Movimento “Acorda Brasil” reúne lideranças e apoiadores na Praça 8 de Abril, em Cuiabá Veja vídeo
Na tarde deste domingo(01/03), a Praça 8 de Abril, também conhecida como Praça do Choppão, em Cuiabá, foi palco do movimento “Acorda Brasil”, reunindo apoiadores da direita mato-grossense, lideranças políticas e pré-candidatos para as eleições de 2026.
Críticas, autocrítica e projeções para 2026

Entre os participantes, o clima era de crítica ao governo federal, ao Judiciário e aos recentes escândalos envolvendo o INSS e outras denúncias em discussão no Congresso. A deputada federal Coronel Fernanda falou sobre a CPI do INSS e reforçou a necessidade de mobilização prática da população.
Ela pediu que voluntários ajudem aposentados e pensionistas a solicitarem cancelamentos e revisões de descontos, ressaltando que muitos têm dificuldade com tecnologia. “Eu brigo lá em Brasília, mas preciso de mais gente aqui na base”, afirmou, defendendo união e organização do grupo.

Foto Assessorias
O senador Wellington Fagundes, que se apresenta como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, reconheceu que a presença poderia ter sido maior, mas destacou que o importante é manter a mobilização ativa. Segundo ele, o momento exige fé, trabalho e escolha criteriosa nas urnas. “Não pode economizar em segurança, saúde e educação. O governo tem que cuidar de gente”, pontuou.
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Na tarde deste domingo(01/03), a Praça 8 de Abril, também conhecida como Praça do Choppão, em Cuiabá, foi palco do movimento “Acorda Brasil”, reunindo apoiadores da direita mato-grossense, lideranças políticas e pré-candidatos para as eleições de 2026.

O repórter Luiz Henrique Menezes acompanhou o ato e destacou que, apesar de não ter sido uma mobilização massiva, o evento não pode ser considerado um fracasso. “Não flopou”, resumiu, observando que parte do eleitorado conservador demonstra frustração e desânimo diante do atual cenário político nacional.
Críticas, autocrítica e projeções para 2026

Entre os participantes, o clima era de crítica ao governo federal, ao Judiciário e aos recentes escândalos envolvendo o INSS e outras denúncias em discussão no Congresso. A deputada federal Coronel Fernanda falou sobre a CPI do INSS e reforçou a necessidade de mobilização prática da população.
Ela pediu que voluntários ajudem aposentados e pensionistas a solicitarem cancelamentos e revisões de descontos, ressaltando que muitos têm dificuldade com tecnologia. “Eu brigo lá em Brasília, mas preciso de mais gente aqui na base”, afirmou, defendendo união e organização do grupo.

Foto Assessorias
O senador Wellington Fagundes, que se apresenta como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, reconheceu que a presença poderia ter sido maior, mas destacou que o importante é manter a mobilização ativa. Segundo ele, o momento exige fé, trabalho e escolha criteriosa nas urnas. “Não pode economizar em segurança, saúde e educação. O governo tem que cuidar de gente”, pontuou.
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Também participaram o deputado estadual Gilberto Cattani, o pré-candidato ao Senado Antônio Galvan, além dos pré-candidatos Professor Haroldo e Zé Guedes, que defenderam renovação no Congresso Nacional e fortalecimento de uma bancada conservadora a partir de 2027.
Divergências dentro da própria base

O ato também revelou nuances dentro do eleitorado de direita. O advogado Éder Gonçalves, por exemplo, manifestou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mas fez críticas à saída do país no fim do mandato. Ainda assim, declarou acreditar que Flávio Bolsonaro pode representar uma nova fase da direita, considerando-o mais preparado politicamente.

Já Antônio Bendor avaliou que parte da militância está desanimada ou amedrontada, mas defendeu estratégia e planejamento a longo prazo, rejeitando radicalizações. “Temos que trabalhar com inteligência, não desanimar e não dormir mais”, disse.
Mobilização feminina e discurso de esperança

Em clima de prévia para o Dia Internacional da Mulher, Samantah Íris deixou uma mensagem direcionada às mulheres conservadoras, pedindo ocupação de espaços e engajamento em 2026. O discurso girou em torno de liberdade, família e dignidade como pilares centrais do movimento.

O movimento “Acorda Brasil” em Cuiabá refletiu um sentimento misto: de um lado, críticas duras ao atual cenário político e à condução das instituições; de outro, a tentativa de reacender a militância e reorganizar forças para o próximo ciclo eleitoral.
Mesmo com público considerado abaixo do esperado por alguns participantes, as lideranças presentes reforçaram que o ato simboliza o início de uma mobilização mais intensa até outubro de 2026.

Na Praça 8 de Abril, o recado que ecoou entre bandeiras e discursos foi claro: para os organizadores e apoiadores, é hora de reorganizar a base, fortalecer candidaturas e transformar indignação em estratégia política.

