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Ministério da Saúde Lança Robô no WhatsApp para Esclarecer Dúvidas e Marcar Consultas

Nesta segunda-feira (04/12), o Ministério da Saúde apresentou uma nova ferramenta de comunicação destinada a esclarecer dúvidas dos brasileiros sobre vacinação: um chatbot no WhatsApp. Essa iniciativa faz parte do programa Saúde com Ciência, um esforço interministerial inovador que valoriza a ciência e promove informações confiáveis, além de educar e responsabilizar.

O chatbot, um assistente virtual, tem como objetivo fornecer informações abrangentes sobre imunização, desmentir fake news comuns e oferecer detalhes sobre serviços de saúde. Ele estará disponível gratuitamente a qualquer hora, bastando adicionar o número (61) 99381-8399 aos contatos do telefone.

A plataforma proporcionará informações sobre horário de funcionamento de unidades de saúde, agendamento de consultas via aplicativo ConecteSUS e como esses serviços facilitam o acesso à vacina. Todas as interações com o chatbot serão baseadas em fontes do Ministério da Saúde para garantir a veracidade das informações.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, ressaltou a importância da vacinação e do conhecimento científico para melhorar a saúde da população. Ela destacou que a propagação de fake news é um desafio para as campanhas de imunização, e o programa Saúde com Ciência busca reverter esse cenário por meio da informação confiável.

O chatbot oferecerá quatro opções de interação: informações sobre vacinação, características das vacinas, desmentido de fake news e um quiz educativo. Todo o conteúdo disponibilizado pelo assistente virtual será fonte de confiança do Ministério da Saúde.

Essa iniciativa conta com o apoio da empresa Robbu, responsável pela tecnologia por trás do chatbot, e da Meta, que contribuiu para a acessibilidade do serviço no WhatsApp. Com essa ferramenta, o Ministério da Saúde espera democratizar o acesso à informação e promover a saúde pública de forma eficaz e inclusiva.

Fonte: Ministério da Saúde (MS) Link: Ministério da Saúde lança assistente virtual no WhatsApp com informações oficiais sobre a vacinação

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Luto na Polícia Civil: Escrivão falece vítima de dengue em Várzea Grande

Na madrugada desta quarta-feira (14), faleceu em decorrência de dengue hemorrágica o escrivão da Polícia Civil Antônio Roberto Rodrigues Constante, de 52 anos. Com quase 13 anos de serviço na corporação, Antônio Roberto estava lotado na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Várzea Grande.

O policial deu entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na manhã da segunda-feira (12) e foi imediatamente encaminhado para a UTI. Apesar de ter sido intubado, não resistiu.

O velório está sendo realizado na Funerária Santo Antônio, em Várzea Grande, e o sepultamento está programado para as 15h, no Cemitério Parque Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá, na Capital.

Em comunicado oficial, a Polícia Civil lamentou profundamente a perda do servidor, destacando sua dedicação ao longo dos anos de serviço à instituição, e expressou suas condolências aos amigos e familiares.

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“Governador resolveu o problema crônico na saúde de MT”, afirma prefeito de Itanhangá

O prefeito de Itanhangá e presidente do Consórcio de Saúde do Vale do Teles Pires, Edu Pascoski, afirmou que os investimentos feitos pelo Governo de Mato Grosso, nos últimos cinco anos, garantiram um grande avanço no acesso da população aos serviços de saúde. 

Nesta terça-feira (06.02), o Governo de Mato Grosso firmou contrato de R$ 98 milhões com o Hospital privado Hilda Strenger Ribeiro, do Instituto São Lucas, de Nova Mutum. A parceria possibilitará a realização de 4,4 mil procedimentos gratuitos de alta e média complexidade por mês, totalizando mais de 53 mil por ano. 

“A gestão Mauro Mendes resolveu um problema crônico que estava a saúde do Estado. A saúde pública estava quebrada, era um caos, assim como outros setores. O governador começou a trabalhar em inovações e a buscar alternativas e, agora, Mato Grosso é outro. Avançamos muito. Hoje o Governo está alcançando resultados positivos e nós, prefeitos, somos parceiros para atender o maior número de pessoas que precisam de um serviço de saúde”, afirmou o prefeito. 

Edu destacou a parceria realizada entre o Executivo Estadual e o hospital privado, e explicou que os atendimentos irão contemplar não só a macrorregião Norte, mas todo o Estado. 

“Com a assinatura deste convênio, é como se o Hospital Hilda Strenger Ribeiro se tornasse mais um hospital regional de Mato Grosso. Eles têm capacidade, têm equipe e estrutura para atender não só os municípios daquela região, mas todo Estado. Tenho convicção de que a visão do governador e do secretário Gilberto em firmarem essa parceria vai ajudar muito quem precisa”, enfatizou. 

O deputado estadual Gilberto Cattani destacou o compromisso do Governo do Estado em investir na construção de novos hospitais regionais. 

“Tínhamos um hospital abandonado há mais de 30 anos e o governador Mauro Mendes assumiu essa construção. Isso dá credibilidade ao Estado. A saúde é a prioridade máxima e não podemos negligenciá-la. Gostaria de parabenizar o governador e todos os envolvidos por essas conquistas”, pontuou.

Cattani também ressaltou o aumento dos recursos destinados à saúde em Mato Grosso. “Isso demonstra um entendimento mútuo e fortalece nossos esforços em prol da população”.

O contrato com o hospital prevê que dos 198 leitos disponíveis no Hospital Hilda Strenger Ribeiro, 150 serão contratados pelo Governo de Mato Grosso, o que representa 75% da capacidade total.

Também estão previstos no contrato 50 leitos de UTI, sendo 40 adultos e 10 pediátricos, além de vários procedimentos de alta complexidade em cardiologia, ortopedia, neurologia e cirurgia geral.

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Hospital particular tem aumento de 300% nos casos de covid e sindicato faz alerta

Alta da covid-19 é realidade em hospitais públicos e privados de Mato Grosso. Em apenas uma unidade privada de Cuiabá, o aumento de diagnósticos da doença foi de 300% e a recomendação é de cuidados redobrados, bem como atualização da vacina.

Segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), na média, levantamento realizado em 3 unidades privadas da Capital, o aumento foi de 100%, saindo de uma média de 27 casos diagnosticados em dezembro para 54 em janeiro.

“Em números absolutos, os dados apresentados ainda demonstram um baixo número de internações relacionadas à covid-19, mas preocupa a ascendência na curva, que deve servir de alerta para a adoção de medidas de contenção que visem frear esse crescimento”, afirma Patrícia West, diretora Executiva do Sindessmat.

Nesse sentido, o Sindessmat alerta para que a população retome alguns cuidados de prevenção da doença, e mantenha a vacinação contra a covid-19 em dia, com o número de doses conforme indicação.

Laboratórios: Segundo levantamento realizado pela Associação Mato-grossense de Análises Clínicas (Amac), o mês de janeiro registrou aumento de 105% nos pedidos de exame para covid-19 em comparação com dezembro. Houve também aumento de 247% no número de testes com resultado positivo em janeiro em comparação com o mês anterior. Do total de exames realizados em dezembro, 18% testaram positivo para a Covid-19, enquanto no mês de janeiro as positivações subiram para 31%.

Dados do estado: O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), entre 1º de janeiro e 5 de fevereiro foram registrados 7.885 casos da doença no estado, sendo 4.643 recuperados e 3.169 ainda em monitoramento. Atualmente, 71 pessoas estão internadas com a doença e foram confirmados 19 mortes, 2 não moravam em Mato Grosso.

Desde o começo da pandemia, em 2020, foram registrados 906,101 casos de covid-19 em Mato Grosso. Do total de doentes, 15.180 morreram devido a complicações do coronavírus.

Saúde

Dengue: saiba os medicamentos contraindicados em caso de suspeita da doença (e por que oferecem riscos)

Você já deve ter percebido que, no fim do comercial de alguns remédios na televisão ou no rádio, é reproduzida uma rápida mensagem que diz: “este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue”. Mas, especialmente no momento em que o Brasil vive uma alta importante da doença, você sabe dizer quais são esses remédios e por que eles devem ser evitados nestes casos?

Primeiro, é preciso entender que existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica. A mais comum provoca sintomas como febre alta repentina, dor de cabeça, prostração e dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos. No entanto, em cerca de um a cada 20 casos, segundo informações do Instituto Butantan, ela pode se desenvolver para a forma mais grave.

Nesse caso, dor abdominal intensa, sangramento nas gengivas ou nariz, vômito persistente, às vezes com sangue, e presença de sangue nas fezes são alguns dos sinais de que o quadro evoluiu para a forma hemorrágica. O problema de alguns medicamentos, embora seguros no dia a dia, podem ampliar esse risco de sangramento durante uma infecção pelo vírus da dengue.

Quais os remédios não pode tomar com dengue? Esses medicamentos, explica a doutora em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) e divulgadora científica (@alemdafarmacologia) Ana Elisa Gonçalves, são aqueles que pertencem à classe chamada de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que envolvem analgésicos e antitérmicos comuns encontrados em farmácias sem a necessidade de receita médicas.

Alguns conhecidos são o ibuprofeno; o ⁠cetoprofeno; o ⁠ácido acetilsalicílico (aspirina e várias outras formulações); o naproxeno; o ⁠piroxicam; o ⁠diclofenaco; a ⁠nimesulida e a ⁠indometacina. Além disso, explica a especialista, os corticoides, como prednisona, prednisolona, dexametasona e hidrocortisona, também são contraindicados.

— Esses medicamentos têm um efeito colateral que é uma atuação no funcionamento das plaquetas, que são células responsáveis pela coagulação do sangue. Quando temos uma lesão, precisamos da coagulação para não ter um sangramento, uma hemorragia. Só que a dengue é uma doença viral que pode gerar quadros hemorrágicos justamente porque o vírus pode destruir as plaquetas e causar lesões em vasos sanguíneos. Então, quando já há essa ação do vírus, o uso conjunto desses medicamentos vai piorar a atividade das plaquetas e levar a um risco maior de hemorragia — diz a farmacêutica.

Gonçalves complementa que medicamentos anticoagulantes, geralmente indicados para pessoas em maior risco de problemas cardíacos, como heparina, varfarina e rivaroxabana, também podem aumentar o risco da dengue, já que interferem no processo de coagulação do sangue.

— No entanto, são casos em que os tratamentos não podem ser interrompidos, então é importante que o paciente busque o médico imediatamente no caso de suspeita ou confirmação de dengue. Será preciso um monitoramento mais de perto da quantidade de plaquetas e pode haver um ajuste na medicação — explica a especialista.

Qual remédio pode tomar com dengue? No geral, a orientação no caso de suspeita, ou de confirmação de dengue, é que a preferência seja pelos analgésicos dipirona e paracetamol, que não interferem como os outros no risco de sangramento. Eles podem ser importantes porque, como não há tratamento específico para a dengue, as recomendações envolvem repouso, hidratação e eventualmente o uso de um dos dois medicamentos para aliviar febre ou dores.

— Só tem um alerta em relação ao paracetamol. Apesar de ser um excelente medicamento, deve ser usado com orientação médica porque doses muito elevadas podem ter um ação colateral no fígado, e a dengue também pode afetar o fígado — lembra Gonçalves.

Ela destaca que, em todos os casos, embora sejam medicamentos que fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, o ideal é sempre buscar a orientação de um profissional como o médico ou o farmacêutico e evitar a automedicação:

— Por mais que sejam medicamentos que não precisam de receita, sempre há riscos. Por isso não recomendamos o uso prolongado dos medicamentos ou excessivo. O ideal é que o uso seja feito apenas após a avaliação de um profissional. Se houver suspeita de dengue, por exemplo, ele não vai indicar nenhum desses remédios que aumentam o risco. O paciente deve sempre procurar ajuda e explicar os sintomas.

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Prefeitura de VG Recomenda Retorno do Uso de Máscaras; Ambiente Hospitalar Torna-se Obrigatório

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, recomendou o retorno do uso de máscaras devido ao significativo aumento no número de testes positivos para Covid-19 e síndrome gripal. Além da recomendação, a Secretaria Municipal de Saúde tornou obrigatório o uso de máscaras em ambientes relacionados à saúde, conforme estabelecido na Portaria 30/2024 emitida nesta quinta-feira (1º).

O secretário de Saúde, Gonçalo Barros, destacou que as medidas preventivas estão sendo antecipadas para evitar transtornos maiores, considerando a experiência dos anos anteriores em que a Covid-19 atingiu seu pico. Ele ressaltou a eficiência das medidas higiênicas adotadas anteriormente e a importância de agir precocemente.

As medidas recomendatórias, conforme o secretário, visam controlar a propagação do vírus, principalmente considerando a evolução da ciência e da saúde. Ele enfatizou que pessoas imunizadas com o ciclo vacinal completo têm apresentado sintomas leves de síndrome gripal, indicando uma possível imunidade contra a Covid-19 graças à vacina.

Entre as recomendações do município para prevenção, destacam-se a higienização das mãos, distanciamento social, uso de máscaras em ambientes com aglomeração, entre outras. Além disso, a portaria torna obrigatório o uso de máscaras para profissionais de saúde e pacientes em todos os ambientes de atenção à saúde no município de Várzea Grande, incluindo hospitais, ambulatórios, UTIs, enfermarias, entre outros. A medida entra em vigor a partir desta quinta-feira.

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Virginia Mendes Cobra Emanuel Pinheiro por Atraso em Repasses ao Hospital de Câncer de MT

Na quarta-feira (30), Virginia Mendes, primeira-dama de Mato Grosso, cobrou o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, pelos atrasos nos repasses da Secretaria Municipal de Saúde ao Hospital de Câncer do Estado (HCAN), que enfrenta uma dívida de aproximadamente R$ 12 milhões. O HCAN alertou que poderia fechar as portas se os repasses não fossem regularizados.

Virginia Mendes destacou a complexidade da situação, afirmando que “o Estado já geriu a Saúde e não pode assumir responsabilidades que são do prefeito”. Ela questionou o paradeiro do dinheiro destinado ao hospital e destacou a necessidade de Emanuel Pinheiro responder pela situação.

O presidente do HCan-MT, Laudemi Moreira Nogueira, havia anunciado na semana anterior que os atendimentos poderiam ser suspensos caso não houvesse uma regularização nos pagamentos, que estão atrasados desde outubro de 2023. A unidade enfrenta dificuldades para quitar dívidas com fornecedores e salários de funcionários.

Sobre a possibilidade de o Governo de Mato Grosso assumir o hospital, Virginia Mendes explicou que “o Estado não pode assumir exclusivamente a responsabilidade por Cuiabá”, ressaltando que o prefeito foi eleito para lidar com essas questões.

Saúde

Dengue: Conheça os Sintomas e Medidas de Prevenção, Além dos Detalhes sobre a Nova Vacina

O Ministério da Saúde mantém uma vigilância constante sobre a situação epidemiológica da dengue no Brasil, prevendo um aumento de casos em 2024. Abaixo estão informações essenciais sobre a doença e a vacinação em andamento.

Principais Sintomas da Dengue: Febre alta, dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas na pele são sintomas comuns. A doença pode também ser assintomática ou apresentar quadros leves.

O que Fazer em Caso de Suspeita: Buscar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação e orientação adequada.

Ações do Ministério da Saúde:

  • Repasse de R$ 256 milhões para ações de controle.
  • Criação da Sala Nacional de Arboviroses para monitoramento constante.
  • Capacitação de profissionais e regularização de estoques de inseticidas.
  • Expansão do uso do método Wolbachia para bloquear a transmissão do vírus pelo mosquito.

Fatores para o Aumento de Casos em 2024: Combinação de calor excessivo e chuvas intensas, possíveis efeitos do El Niño, e ressurgimento dos sorotipos 3 e 4 do vírus.

Prevenção:

  • Eliminação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti.
  • Inspeção domiciliar semanal para encontrar e eliminar focos de larvas.
  • Uso de repelentes e instalação de telas mosquiteiras.

Vacinação contra a Dengue:

  • Início previsto em fevereiro, priorizando faixa etária de 10 a 14 anos.
  • Estratégia focada inicialmente em municípios de grande porte com alta transmissão.
  • A vacina possui eficácia comprovada contra os sorotipos 1, 2 e 3.
  • Recomendada para indivíduos de 4 a 60 anos, independentemente de infecção prévia.
  • Cerca de 3,2 milhões de pessoas serão vacinadas em 2024.

Outras Informações:

  • Não há vacinação para todos devido à capacidade limitada de fabricação.
  • As crianças com menos de 4 anos e idosos com 60 anos ou mais não serão vacinados.
  • As doses são aplicadas em intervalos de três meses.
  • A vacina não protege contra outras arboviroses, como zika, febre amarela e chikungunya.
  • O Brasil é o primeiro país a oferecer a vacina no sistema público de saúde.

A população é encorajada a seguir as medidas preventivas e estar atenta ao calendário de vacinação para combater a disseminação da dengue.

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Situação da COVID-19 em Mato Grosso em Janeiro de 2024

Durante o período de 10 a 30 de janeiro, o estado de Mato Grosso registrou onze mortes por COVID-19, conforme informações do Painel Covid, banco de dados atualizado diariamente pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Além disso, até 31 de janeiro, foram confirmados 4.718 casos da doença no estado.

As mortes ocorreram em diversos municípios, incluindo Cuiabá, Sinop, Sorriso, Água Boa, Poconé, Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Nova Mutum, Aripuanã, Rosário Oeste e Ribeirão Cascalheira.

O aumento no número de novos casos é atribuído à circulação de uma nova variação da Ômicron, com a identificação da subvariante JN 2.5, divulgada pela SES em 22 de janeiro. Essa cepa é uma variante preocupante que requer atenção e medidas adicionais para conter sua propagação.

De acordo com os dados da SES, vinte e seis cidades do estado apresentam risco alto ou muito alto de contaminação. Algumas prefeituras, como as de Cáceres e Nova Xavantina, já recomendaram o uso de máscaras pela população como medida preventiva.

Na semana passada, o Governo do Estado recomendou o uso de máscaras nas dependências de estabelecimentos de saúde da rede estadual, visando conter a disseminação do vírus nesses locais. Em Cuiabá, a Prefeitura Municipal está realizando testagem em massa da população, permitindo que aqueles com sintomas ou contato com casos positivos realizem o teste em Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Essas medidas buscam conter a propagação do vírus, proteger a população e garantir um atendimento adequado aos pacientes diagnosticados com a COVID-19.