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Na Paulista, Flávio Bolsonaro estreia como pré-candidato e reúne apoiadores em defesa de pautas conservadorasSenador foi confirmado como sucessor de Bolsonaro e participou de ato neste domingo (1º), em São Paulo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou neste domingo (1º) de uma grande mobilização na Avenida Paulista, em São Paulo, marcando sua primeira manifestação pública após ser oficializado como pré-candidato à Presidência da República.

Confirmado em dezembro de 2025 como sucessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Flávio foi recebido por apoiadores que defendem a continuidade de uma agenda conservadora e de oposição ao atual governo. Bolsonaro está preso desde 22 de novembro, após condenação relacionada a investigações sobre tentativa de golpe de Estado — decisão que aliados classificam como controversa.

Durante o ato, o senador reforçou seu alinhamento às bandeiras defendidas pela base bolsonarista e destacou a necessidade de “reconstrução institucional” do país. Em fevereiro, ele assumiu a articulação política nacional do Partido Liberal (PL) para as eleições de 2026, com estratégia voltada ao fortalecimento de candidaturas estaduais comprometidas com o projeto presidencial.

Mobilização nacional

Além de São Paulo, manifestações ocorreram em capitais como Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, somando mais de 20 cidades com atos organizados por movimentos de direita.

Entre as principais reivindicações apresentadas pelos manifestantes estavam:

  • apoio ao nome de Flávio Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto;
  • derrubada dos vetos ao projeto da Dosimetria;
  • anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, defendida como medida de “pacificação nacional”;
  • criação de uma CPMI para investigar supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master;
  • pedidos de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Os organizadores classificaram o movimento como uma demonstração de força popular e de insatisfação com os rumos do país, sinalizando que a disputa de 2026 já começou nas ruas.

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Moraes dá 48h para Bolsonaro explicar pedido de asilo político

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresente esclarecimentos, em até 48 horas, sobre um documento de pedido de asilo político encontrado pela Polícia Federal (PF) em seu celular.

Segundo o relatório policial, o arquivo de 33 páginas, sem assinatura e sem data, estava salvo no aparelho desde 2024 e fazia referência a uma solicitação de refúgio ao presidente da Argentina, Javier Milei.

Descumprimento de medidas cautelares

Na decisão, Moraes afirmou que o relatório da PF aponta tentativas reiteradas de burlar medidas cautelares impostas ao ex-presidente, incluindo a proibição de contato com outros investigados no caso da suposta trama golpista e o uso de redes sociais por meio de terceiros.

O ministro citou ainda o contato do general Braga Netto com Bolsonaro, mesmo após estar proibido, e mensagens trocadas entre o ex-presidente e aliados com orientações para postagens em redes sociais.

Risco de fuga

Diante dos elementos reunidos, Moraes destacou haver “risco comprovado de fuga” e reforçou que os advogados devem se manifestar sobre as irregularidades apontadas.

“Intime-se a defesa de Jair Bolsonaro para que, no prazo de 48 horas, preste esclarecimentos sobre os reiterados descumprimentos das medidas cautelares impostas, a reiteração das condutas ilícitas e a existência de comprovado risco de fuga”, determinou o ministro.

PGR decidirá sobre denúncia

Com o relatório em mãos, Moraes encaminhou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que será responsável por decidir se Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) serão denunciados ao STF.

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Maduro mobiliza 4,5 milhões de milicianos em resposta aos EUA

Ditador venezuelano ordenou medida após o que chamou de “renovação das ameaças” dos EUA

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, informou que mobilizará 4,5 milhões de milicianos armados como resposta aos Estados Unidos, que elevaram para 50 milhões de dólares (R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem à captura do chavista e reforçaram a presença militar no Caribe e na América Latina.

– Vou ativar nesta semana um plano especial para garantir a cobertura, com mais de 4,5 milhões de milicianos, de todo o território nacional, milícias preparadas, ativadas e armadas – disse ele, em anúncio transmitido pela TV.

Criada pelo ex-líder venezuelano Hugo Cháves com o objetivo de “defender a nação”, a Milícia Bolivariana conta com 5 milhões de reservistas e é uma das cinco integrantes da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB). No pronunciamento desta segunda-feira (18), Maduro prometeu expandir a milícia para várias áreas da sociedade.

– Seguirei avançando no plano de ativação das milícias camponesas e das milícias operárias, em todas as fábricas e centros de trabalho de todo o país. Nenhum império vai tocar a terra sagrada da Venezuela (…) Fuzis e mísseis para a força camponesa! Para defender o território, a soberania e a paz da Venezuela. Mísseis e fuzis para a classe operária, para que defenda a nossa pátria! – adicionou Maduro durante seu pronunciamento.

As falas do chavista ocorrem após os Estados Unidos endurecerem o cerco ao regime venezuelano. Além de aumentar a recompensa por Maduro – o valor fixado pelo ex-presidente Joe Biden era de 25 milhões de dólares (R$ 136 milhões) -, a administração Trump disse que o líder da Venezuela é um dos “maiores narcotraficantes do mundo” e representa uma ameaça à segurança nacional norte-americana.

O senador estadunidense, Bernie Moreno, por sua vez, previu que Maduro não estará no comando da Venezuela em dezembro.

– Não toleraremos um narcoterrorista que inflige danos aos Estados Unidos. Trataremos os terroristas como os EUA os trataram no passado. Não o vejo no cargo além do final deste ano – declarou no 10° Congresso Empresarial Colombiano.

Os EUA ainda decidiram deslocar mais de 4 mil fuzileiros navais e marinheiros para o mar do Caribe, além de um submarino de ataque com propulsão nuclear, destróieres, cruzador lança-mísseis e aeronaves de reconhecimento P-8 Poseidon. O objetivo, segundo o país, é fazer uma operação contra cartéis de drogas.

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Bolívia terá 2º turno; oposição encerra hegemonia da esquerda após duas décadas

Rodrigo Paz Pereira e Jorge Quiroga disputam sucessão de Luis Arce em outubro

A Bolívia terá, pela primeira vez em sua história, um segundo turno presidencial. O senador de centro-direita Rodrigo Paz Pereira (Partido Democrata Cristão – PDC) e o ex-presidente de direita Jorge “Tuto” Quiroga (Aliança Livre) foram os mais votados no pleito deste domingo (17) e disputarão a rodada decisiva em outubro.

Com 95,4% das atas apuradas, Paz Pereira aparecia na frente, com 32,14% dos votos, seguido por Quiroga, que registrava 26,81%, segundo o Sistema de Resultados Eleitorais Preliminares (Sirepre), do Tribunal Supremo Eleitoral.

Reviravolta eleitoral

Em terceiro lugar ficou o empresário Samuel Doria Medina (Aliança Unidade), com 19,86%, também opositor ao atual governo. O melhor colocado da esquerda foi Andrónico Rodríguez, presidente do Senado e candidato da Aliança Popular, com 8,22%. Já o postulante do governista Movimento ao Socialismo (MAS), Eduardo del Castillo, somou apenas 3,16%.

O resultado representa um duro revés para o campo progressista, que comandou a Bolívia nos últimos 20 anos, sob os governos de Evo Morales e, depois, de Luis Arce. Impedido de concorrer, Morales havia defendido o voto nulo — opção que atingiu 19,29% do eleitorado, enquanto os brancos foram 2,45%.

Os candidatos

Rodrigo Paz Pereira, de 57 anos, foi a grande surpresa da eleição, já que figurava nas últimas posições das pesquisas prévias. Filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora e da espanhola Carmen Pereira, nasceu em Santiago de Compostela, na Espanha, em 1967, e passou a infância em vários países devido ao exílio da família durante regimes militares.

Já Jorge Quiroga tem trajetória conhecida: foi vice-presidente entre 1997 e 2001 e assumiu a presidência após a renúncia de Hugo Banzer, permanecendo no cargo até 2002.

Fim de ciclo

O atual presidente Luis Arce optou por não disputar a reeleição e entregará a faixa no próximo 8 de novembro ao vencedor do segundo turno. A disputa entre Paz Pereira e Quiroga marca a saída da esquerda do poder após duas décadas e abre espaço para uma nova configuração política no país andino.

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Ao Washington Post, Moraes afirma que não há chance de recuar

Ministro classificou tensão com EUA como passageira e sustentada por “narrativas falsas”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou ao jornal norte-americano The Washington Post que não pretende recuar de sua atuação, mesmo diante das recentes pressões internacionais relacionadas a decisões envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados.

Segundo a publicação, Moraes afirmou não se intimidar após as medidas adotadas pelo governo dos Estados Unidos, que incluem sanções previstas na Lei Global Magnitsky, o cancelamento de seu visto de entrada no país e a aplicação de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.

“Não existe a menor possibilidade de recuar nem um milímetro. Faremos o que é certo: receberemos a acusação, analisaremos as provas, e quem tiver que ser condenado, será condenado; quem tiver que ser absolvido, será absolvido”, declarou o ministro.

Poder excessivo?

Ao ser questionado sobre críticas de que concentra poder em excesso, Moraes ressaltou que suas decisões já foram analisadas mais de 700 vezes pelos demais ministros do Supremo, sem que nenhuma tenha sido revertida.

“Não há como recuar daquilo que devemos fazer. Digo isso com total tranquilidade”, afirmou.

Relação com os EUA

Moraes ainda disse acreditar que o atrito com Washington é “passageiro” e fruto de “narrativas falsas” disseminadas por redes sociais. Apesar de reconhecer que sua vida pessoal foi afetada pelas sanções, o ministro reforçou que manterá a condução das investigações.

“Essas narrativas falsas acabaram envenenando a relação, apoiadas por desinformação espalhada por essas pessoas nas redes sociais. O que precisamos fazer, e o que o Brasil está fazendo, é esclarecer as coisas”, completou.

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Eduardo Bolsonaro tenta excluir Barroso e Gilmar de sanções via ‘Magnitsky’ para isolar Moraes

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tem articulado uma manobra estratégica junto ao governo dos Estados Unidos para concentrar possíveis sanções da chamada Lei Magnitsky apenas no ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção seria poupar os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, que também estão na mira de setores da direita internacional.

Segundo informações da colunista Bela Megale, de O Globo, Eduardo Bolsonaro teria sugerido aos aliados de Donald Trump, presumido vencedor da eleição norte-americana de 2024, que excluíssem Gilmar e Barroso do pacote de punições. A iniciativa é vista como uma tentativa de isolar Moraes politicamente e, ao mesmo tempo, enviar um “sinal de trégua” aos demais ministros do STF.

Nos bastidores, a estratégia é considerada uma forma de “oferecer uma saída” aos demais integrantes da Corte, para que se afastem das ações mais polêmicas atribuídas a Moraes e restabeleçam algum nível de interlocução institucional com a oposição.

LEI MAGNITSKY

A Global Magnitsky Act é uma legislação americana que permite ao governo dos EUA impor sanções a indivíduos estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos ou corrupção. Tais sanções incluem congelamento de bens e proibição de entrada no território norte-americano.

Aliados de Eduardo e de Trump acreditam que a Casa Branca pode aceitar, ao menos inicialmente, um foco exclusivo em Moraes. A decisão final, no entanto, dependerá do presidente americano.

A movimentação de Eduardo é também uma resposta à crescente pressão de sua base, que cobra ações mais contundentes contra o que considera “abusos de poder” do STF. Para interlocutores políticos, a exclusão de Barroso e Gilmar seria uma tática para dividir o Supremo e enfraquecer o isolamento da direita no Judiciário brasileiro.

Até o momento, não houve manifestação oficial do STF ou dos ministros citados sobre essa articulação.

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Trump envia carta de apoio a Bolsonaro e critica governo brasileiro às vésperas de operação da PF

Na véspera da operação cautelar da Polícia Federal contra Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta em tom de solidariedade ao aliado conservador brasileiro. O documento, datado de quinta-feira (17), foi divulgado por Trump em sua rede social, a Truth Social.

Na mensagem, o republicano classificou como “terrível” o tratamento recebido por Bolsonaro e afirmou que o ex-presidente brasileiro está sendo alvo de um “sistema injusto”. Trump também demonstrou preocupação com a liberdade de expressão no Brasil, criticando ações do atual governo e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo ele, ferem os princípios democráticos.

“Esse julgamento deveria acabar imediatamente!”, escreveu Trump. “Compartilho seu compromisso com ouvir a voz do povo e estou muito preocupado com os ataques à liberdade de expressão — tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos — vindos do atual governo.”

O ex-presidente americano elogiou a popularidade de Bolsonaro nas pesquisas e destacou sua atuação enquanto chefe de Estado: “Você foi um líder altamente respeitado e forte, que serviu bem ao seu país.”

Trump finalizou a carta afirmando que continuará acompanhando a situação de perto e expressou esperança de que o governo brasileiro “mude de rumo”, suspenda os ataques a opositores políticos e “coloque fim ao regime de censura”.

A carta gerou forte repercussão política, especialmente por ter sido publicada um dia antes de Bolsonaro se tornar alvo de mais uma operação da Polícia Federal, relacionada à investigação de tentativa de golpe de Estado.

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Morre Fauja Singh, maratonista mais velho do mundo, aos 114 anos após ser atropelado

Fauja Singh, o maratonista indiano conhecido mundialmente como o “Tornado de Turbante”, morreu aos 114 anos nesta segunda-feira (14), após ser atropelado por um carro enquanto atravessava uma rua em sua aldeia natal, em Punjab, na Índia. A morte foi confirmada no dia seguinte por seu clube de corrida, o Sikhs In The City, com sede em Londres.

Segundo a imprensa local, Singh sofreu graves ferimentos na cabeça e foi levado ao hospital, mas não resistiu. O motorista responsável fugiu do local sem prestar socorro.

Figura lendária do atletismo, Fauja Singh entrou para a história ao completar, em 2011, a Maratona de Toronto com 100 anos de idade. Embora sua façanha não tenha sido reconhecida oficialmente pelo Guinness World Records devido à ausência de uma certidão de nascimento, Singh tinha um passaporte britânico que apontava sua data de nascimento como 1º de abril de 1911.

Corrida como superação

Singh começou a correr tardiamente, aos 89 anos, para superar o luto pela perda da esposa e do filho, morto tragicamente durante uma tempestade em 1994. Morando em Londres com o filho mais novo, encontrou na corrida um novo propósito e rapidamente se destacou pela resistência e determinação.

Ao longo da vida esportiva, completou nove maratonas, sendo sua estreia na Maratona de Londres, em 2000. Seu melhor tempo foi registrado em 2003, em Toronto, com 5h40min. Ele encerrou a carreira em 2013, aos 101 anos, com uma corrida de 10 km em Hong Kong.

Legado inspirador

Singh também foi destaque ao carregar a tocha olímpica nos Jogos de Londres, em 2012. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, lamentou a morte e exaltou seu legado:

“Ele era extraordinário por inspirar gerações com sua força e paixão pela boa forma.”

Mesmo aposentado das pistas, Fauja Singh dizia temer ser esquecido e pedia para continuar presente em eventos esportivos. Seu desejo agora ecoa entre admiradores em todo o mundo, que o lembrarão não apenas por sua longevidade, mas por transformar dor em propósito e inspirar com cada passo.

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Corpos de 8 missionários cristãos são encontrados em vala na Colômbia

As autoridades colombianas localizaram, nesta terça-feira (1º), os corpos de oito líderes religiosos cristãos em uma vala comum na zona rural de Calamar, no departamento de Guaviare. Os missionários estavam desaparecidos há mais de dois meses e atuavam em ações humanitárias e de evangelização em comunidades da região.

Segundo o Ministério Público, os cristãos teriam sido convocados por integrantes dissidentes das extintas FARC, ligados à Frente Armando Ríos, liderada por Iván Mordisco. A principal hipótese é de que os assassinatos tenham sido motivados por uma suposta tentativa de evitar a atuação de uma célula do ELN na área — embora não haja indícios de que os religiosos estivessem envolvidos com grupos armados.

A localização dos corpos foi possível após a prisão de um membro do grupo guerrilheiro em maio. O celular do detido continha imagens das vítimas, o que ajudou na identificação e confirmou o crime.

As vítimas foram identificadas como James Caicedo, Óscar García, Máryuri Hernández, Maribel Silva, Isaid Gómez, Carlos Valero, Nixon Peñaloza e Jesús Valero, todos ligados às organizações evangélicas Alianza de Colombia e Cuadrangular.

Em nota oficial, a Confederação Evangélica da Colômbia (CEDECOL) condenou o assassinato dos missionários e cobrou providências das autoridades. A entidade também pediu maior proteção aos líderes religiosos que atuam em áreas sob risco de violência.

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Filho de Malu Mader causa polêmica ao comentar morte de Juliana Marins: “Não tenho pena”

João Mader Bellotto, filho da atriz Malu Mader e do músico Tony Bellotto, causou indignação nas redes sociais ao comentar de forma insensível a trágica morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, ocorrida em Bali, na Indonésia. A jovem faleceu após uma queda em uma trilha no vulcão Rinjani, e seu corpo foi trazido ao Brasil nesta semana.

Em um post nas redes sociais, João afirmou que não sente “pena nenhuma” de pessoas que, segundo ele, se colocam em situações de risco extremo. A declaração foi feita em resposta a um vídeo que ele mesmo publicou sobre trilhas perigosas.

“Isso, sim, é se colocar em risco, vamos combinar, né? Curioso que essas pessoas não são punidas feito outras que não se colocam em risco em momento algum. Fico pensando, ‘essas pessoas não têm família? Mãe, pai? Para fazer uma m*** dessas’. Buscam tanto a morte trágica, que uma hora a morte trágica vem. Eu não tenho pena nenhuma”, escreveu João.

Após a forte repercussão negativa, ele apagou o comentário e alterou a legenda do vídeo, mas prints da publicação circularam nas redes sociais, gerando críticas severas.

Em outra parte do post, ele ainda ironizou a possibilidade de familiares permitirem esse tipo de viagem:

“Eu não só não iria, como se eu tivesse um parente que [se] quisesse ir, eu o internaria em uma clínica. Não é exagero, nem brincadeira.”

A falta de empatia nas declarações de João foi alvo de críticas por parte de internautas, que apontaram insensibilidade diante da dor da família de Juliana. Até o momento, nem ele nem os pais se pronunciaram oficialmente sobre o episódio.