Cattani

EconomiaPolítica

Projeto de Cattani que multa em R$ 7 mil quem fraudar Bolsa Família é aprovado na ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, nesta quarta-feira (25), o projeto de lei de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL) que prevê multa de R$ 7,2 mil para beneficiários que fraudarem o programa Bolsa Família no Estado.

A proposta também determina o cancelamento imediato do benefício, além da inclusão dos infratores em programas de qualificação profissional, com o objetivo de ampliar a fiscalização e punir irregularidades. 

O projeto, segundo Cattani, é uma resposta às sucessivas denúncias de irregularidades no programa social, que constantemente é alvo de questionamentos e suspeitas de fraudes sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Ao defender a proposta, Cattani afirmou que o Estado precisa agir diante da inércia do governo federal no combate às fraudes. “Enquanto este Governo que ai está cruza os braços, Mato Grosso vai agir. É inadmissível que o dinheiro destinado a quem mais precisa acabe nas mãos de quem frauda o sistema”, afirmou o parlamentar. 

Além das punições, o texto aprovado estabelece um prazo de 30 dias para que beneficiários em situação irregular possam se desligar voluntariamente do programa, sem aplicação de multa.

Nesses casos, os cidadãos serão orientados sobre oportunidades de emprego e cursos de capacitação. 

Outro ponto previsto na proposta é que os valores arrecadados com as multas sejam destinados ao Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS/MT), reforçando as ações sociais do Estado. O projeto também determina que os casos de fraude sejam encaminhados ao Ministério Público. 

De acordo com o Governo Federal, mais de 244 mil famílias recebem atualmente o Bolsa Família nos 142 municípios de Mato Grosso.

CidadesPolítica

Projeto de Cattani que cria multa para consumo de drogas em locais públicos é aprovado na ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou em primeiro turno, nesta quarta-feira (11), o projeto de lei que cria multa de um salário mínimo (R$ 1.412) para quem consumir ou portar drogas ilícitas em locais públicos no estado. A proposta é de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL).

O projeto determina que pessoas flagradas consumindo ou portando drogas em espaços públicos, como ruas, praças e parques, poderão receber uma multa equivalente a um salário mínimo.

A proposta ainda prevê punições maiores em algumas situações. Se a pessoa for flagrada novamente, o valor da multa poderá chegar a dois salários mínimos. Já quando o consumo ocorrer perto de escolas, hospitais, unidades de saúde ou instituições de recuperação, a penalidade pode chegar a quatro salários mínimos.

Na prática, a medida não cria um novo crime. O que o projeto estabelece é uma punição administrativa, semelhante a uma multa, aplicada pelo Estado. Para isso, será aberto um processo administrativo, no qual o cidadão terá direito de apresentar defesa antes da aplicação definitiva da penalidade.

Outro ponto previsto na proposta é que o Estado poderá manter um cadastro público com o nome das pessoas autuadas, medida que busca ampliar o caráter educativo da lei.

O projeto também define que o dinheiro arrecadado com as multas será destinado para ações de segurança pública e políticas de combate às drogas em Mato Grosso.

Antes de ser votado em plenário, o texto já havia recebido parecer favorável da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o que permitiu que a proposta avançasse na tramitação.

Segundo o deputado Gilberto Cattani, autor da proposta, o objetivo da lei é desestimular o consumo de drogas em espaços públicos e preservar ambientes frequentados pela população.

“Quem quiser fazer o uso dessas porcarias que façam em suas casas e não incomode as outras pessoas. No estado de Mato Grosso isso não se criará”, disse o deputado.

EntretenimentoMeio Ambiente

Evento motociclístico reúne mais de 200 participantes e movimenta Sítio Maringá em Nova Mutum/MT; Veja vídeos

Um grande acampamento de motociclistas movimentou o Sítio Maringá, de propriedade do deputado estadual Gilberto Cattani, no município de Nova Mutum. O evento teve inicio na sexta-feira (30) e se encerrou na manhã deste domingo (01), com cerca de 210 participantes, o evento contou com a presença de aproximadamente 140 motocicletas, quatro triciclos e seis veículos de apoio, garantindo estrutura, organização e segurança aos presentes.

O encontro contou com a participação de 16 motoclubes e grupos motociclísticos, entre eles Bodes do Asfalto, BR 55, Cactus, Brother Nova Mutum, Caveiras TGA, Pantaneiros, Bicho do Mato, Moto LS, Desgraçado do Trecho, IRMR, Insanos, Ladies, MT 65, Old Gentleman’s Bikers e Motociclista Autônomo. Também marcaram presença os grupos Estradeiro, Rodas de Aço Nova Maringá, Patriota, RDC, Rota 360 e MT Group.

Representantes de 16 municípios de Mato Grosso participaram da programação, que foi marcada pelo espírito de irmandade, integração entre os motoclubes e contato direto com a natureza. Segundo a organização, o acampamento superou as expectativas e foi avaliado de forma extremamente positiva, reforçando a cultura motociclística e fortalecendo os laços entre os participantes.

fonte: powermix

Política

Cattani propõe que vítimas recebam 90% da remuneração de presos que trabalham

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) apresentou, no último dia 8 de novembro, uma alteração na Lei nº 11.640/2021, responsável por instituir o Programa Vida Nova, que oportuniza trabalho a indivíduos privados de liberdade em Mato Grosso. A mudança proposta estabelece que 90% da remuneração paga aos detentos que participam do programa seja destinada diretamente às vítimas dos crimes cometidos, ou quando não for possível, a seus descendentes.

De acordo com o texto apresentado, apenas 10% do valor ficará com o próprio reeducando, enquanto a maior parte será usada para reparar danos causados. A alteração, para Cattani, coloca a vítima no centro da política pública e reforça o princípio constitucional da reparação, previsto no art. 5º, inciso XLV da Constituição Federal.

Além da redistribuição da remuneração, o projeto cria novos critérios para participação no Programa Vida Nova. A proposta determina que apenas presos primários condenados por crimes de menor potencial ofensivo poderão integrar as atividades de trabalho.

O projeto também excluí reincidentes, condenados por crimes hediondos, tráfico de drogas, violência doméstica e feminicídio, entre outros delitos considerados incompatíveis com os objetivos do programa.

Na justificativa, Cattani argumenta que a legislação atual permite benefícios a condenados de alta periculosidade, o que, segundo ele, gera insegurança à sociedade. O deputado defende que a remuneração vinculada à reparação é uma forma de concretizar justiça e de garantir que a ressocialização esteja alinhada ao reconhecimento do dano causado.

“A verdadeira ressocialização só se concretiza quando o condenado reconhece e repara o mal causado. Vincular a remuneração do preso à indenização da vítima é uma medida que confere justiça, fortalece a ordem pública e restabelece o equilíbrio social, prestigiando as vítimas e suas famílias em detrimento de um modelo que até aqui, privilegiava apenas o infrator”, disse o parlamentar.

Política

’Lideranças partidárias’ derrubam proposta de Cattani que proibia posse de condenados por ‘rachadinha’ na ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) assistiu na semana passada, ao naufrágio de um projeto que buscava endurecer os critérios de moralidade e ética para o exercício do mandato de deputado estadual. A proposta, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), visava impedir a posse de parlamentares condenados por envolvimento em esquema de “rachadinha”, prática criminosa em que agentes públicos se apropriam indevidamente de parte dos salários de assessores.

O projeto de Cattani, protocolado em junho, já havia sido aprovado em primeiro turno e pretendia alterar a Resolução nº 679/2006, que institui o Código de Ética da ALMT, incluindo dispositivos que proibiriam a posse de deputados condenados por peculato-desvio. A proposta tramitava em caráter de urgência e, segundo o parlamentar, tinha como objetivo fortalecer a ética e a moralidade na casa de leis.

No entanto, um substitutivo apresentado por lideranças partidárias no mês de julho, modificou profundamente o projeto original, restringindo sua aplicação. Pela nova redação, apenas deputados condenados por peculato-desvio que tivessem enriquecido ilicitamente ou causado grave prejuízo ao erário ficariam impedidos de assumir o mandato. Na prática, isso inviabilizou a proposta de Cattani, que alertava que o novo texto tornava o projeto “inoperante”.

“Como ninguém quer a minha proposta nesta Casa, eu vou retirar o projeto, que vai para arquivo”, declarou Cattani. O deputado reforçou que a iniciativa apresentada por lideranças partidárias descaracterizou totalmente o objetivo original, mas que, formalmente, a responsabilidade não recairá sobre ninguém, já que o substitutivo, em tese, foi protocolado por consenso entre os partidos.

A situação evidencia a dificuldade de aprovar medidas de combate à corrupção interna na ALMT, mesmo diante de casos amplamente divulgados, e deixa em aberto a discussão sobre a ética e a moralidade na política estadual.

Política

Projeto de Cattani que proíbe uso de hormônios para transição de gênero em menores de idade é aprovado na ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou nesta quarta-feira (20) o Projeto de Lei de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que proíbe a realização de tratamentos hormonais para transição de gênero em crianças, adolescentes e pessoas consideradas incapazes na rede de saúde pública e privada de Mato Grosso.

De acordo com o texto, os procedimentos de mudança de sexo, como uso de bloqueadores hormonais e cirurgias de afirmação de gênero, só poderão ser realizados em pessoas maiores e capazes, conforme previsto no Código Civil. Quem descumprir a norma estará sujeito a penalidades previstas na legislação vigente, incluindo responsabilização de profissionais e instituições de saúde.

A proposta cita que tais procedimentos têm efeitos agressivos no corpo dos que se submetem a eles, inclusive com alterações irreversíveis, que podem gerar grande insatisfação futura, motivo pelo qual é importante que existam critérios rigorosos, como o da maioridade.

No Brasil e no mundo já existem diversas ONGs e movimentos que incentivam e apoia o tratamento hormonal e cirúrgico de mudança de sexo para crianças. Em 2023 foi amplamente divulgado que na Parada Gay da cidade de São Paulo, houve um bloco com a presença de menores que defendeu abertamente a transição de gênero entre crianças.

O deputado observa que a Portaria nº. 2.803, de 19/11/2013, do Ministério da Saúde define o processo transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS) e já estabelece a idade mínima de 18 anos os tratamentos de terapia hormonal e de 21 anos para os procedimentos cirúrgicos de redesignação sexual.

O Conselho Federal de Medicina, no entanto, diverge ao autorizar por meio da Resolução CFM nº 2.265/2019 a hormonioterapia a partir dos 16 anos de idade e o bloqueio hormonal já em crianças e adolescentes.

O projeto de Cattani tem objetivo de reparar esta discordância e estabelecer que para a finalidade de transição de gênero, o tratamento só poderá ser realizado em pessoas capazes e maiores de idade, nos termos do Art. 5º, caput, da Lei Federal nº. 10.406/2002.

“O projeto não pretende, em momento algum, ferir o direito de liberdade que cada cidadão brasileiro tem de decidir o que fazer sobre sua vida. Ele busca assegurar às crianças, adolescentes e demais pessoas consideradas incapazes de serem irresponsavelmente afetadas pelas paixões político-ideológicas que assolam o país e que podem conduzir estes jovens a tomarem decisões muito sérias e provavelmente irreversíveis em um período de suas vidas. Legalmente falando, estas pessoas ainda não estão suficientemente municiadas de dados e informações para tomarem este tipo de decisão”, explicou o parlamentar.

CidadesVariedades

Após perder à filha, Sandra Cattani, esposa de deputado Cattani se destaca na defesa das mulheres em MT

Desde o assassinato brutal de sua filha, a produtora de queijos Raquel Cattani, vítima de um feminicídio que chocou o país em 2024, à também produtora de queijos Sandra Cattani, esposa do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), tem se tornado uma voz cada vez mais atuante no enfrentamento à violência contra as mulheres em Mato Grosso.

Transformando a dor em força, Sandra tem marcado presença em vários eventos e mobilizações que visam dar visibilidade à causa e cobrar políticas públicas de proteção às mulheres. Nesta semana, ela participou de duas agendas importantes voltadas à causa.

Na quinta-feira (7), Sandra esteve na Câmara Municipal de Primavera do Leste, onde foi realizada a cerimônia de instalação da Procuradoria da Mulher, um espaço institucional criado para acompanhar, fiscalizar e propor ações em defesa dos direitos das mulheres.

O evento contou com as presenças da vereadora Gislaine Yamachita (PL), idealizadora da iniciativa, da deputada estadual Janaína Riva (MDB), da deputada federal Coronel Fernanda (PL), da vice-prefeita Iva Viana, da primeira-dama Selma Martignago e do prefeito Sérgio Machnic (PL).

Já na sexta-feira (8), Sandra participou de uma ação simbólica no Parque da Mulher, em Cuiabá, onde foram plantadas mudas de Ipês roxos em homenagem às vítimas de feminicídio em Mato Grosso. Uma das mudas plantadas recebeu uma placa em homenagem à Raquel Cattani.

A atividade teve como objetivo transformar o luto em luta e reafirmar o compromisso com a vida, a dignidade e os direitos das mulheres. A cerimônia contou com a presença da deputada Janaína Riva e das vereadoras da capital que compõem a mesa diretora da Câmara Municipal, formada exclusivamente por mulheres.

Emocionada, Sandra falou sobre sua dor pessoal e o motivo que a levou a se engajar na causa:

“Desde que minha filha foi tirada de mim de forma tão cruel, eu decidi que não podia ficar em silêncio. Luto para que nenhuma outra mãe passe pelo que eu passei. Essa luta agora é a minha missão”, afirmou.

Ao longo dos últimos meses, Sandra tem se destacado como liderança feminina na defesa da vida das mulheres mato-grossenses, utilizando sua história e visibilidade para conscientizar a sociedade e cobrar ações efetivas do poder público no combate à violência conta as mulheres.

EconomiaPolítica

Cattani propõe multa de R$ 7 mil para quem fraudar o Bolsa Família em MT

Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso o Projeto de Lei nº 1159/2025, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que visa endurecer a fiscalização e punir com rigor as fraudes no Bolsa Família, programa federal que constantemente é alvo de irregularidades sob gestão do presidente Lula (PT).

A proposta protocolada na ALMT no dia 10 de julho, prevê multa de R$ 7,2 mil, cancelamento imediato do benefício e inclusão do infrator em programas de qualificação profissional. O deputado justifica a iniciativa como resposta à falta de ação efetiva do governo federal, o que tem permitido que pessoas recebam o auxílio de forma irregular.

“Enquanto este Governo que ai está cruza os braços, Mato Grosso vai agir. É inadmissível que o dinheiro destinado a quem mais precisa acabe nas mãos de quem frauda o sistema”, afirmou.

Além das punições, o projeto concede prazo de 30 dias para que beneficiários irregulares se desliguem voluntariamente, sem sofrer multa. Quem aderir será orientado sobre oportunidades de emprego e cursos de capacitação.

Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS/MT), reforçando as ações sociais do Estado. O texto também determina que os casos de fraude sejam encaminhados ao Ministério Público.

Para Cattani, a proposta é uma medida moralizadora e urgente. “Fraudes no Bolsa Família desmoralizam o programa e prejudicam os mais pobres. Vamos corrigir isso aqui no nosso Estado.”

De acordo com o Governo Federal
maus de 244 mil famílias recebem atualmente o Bolsa Família nos 142 municípios de Mato Grosso.

Política

Deputado Gilberto Cattani (PL) liga para Bolsonaro durante cavalgada em Colíder; ex-presidente destaca evento e agita as redes

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) movimentou suas redes sociais na noite do último domingo, dia 06 de julho, ao compartilhar um vídeo da Cavalgada 2025, realizada em Colíder.

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que participou do evento, foi quem fez uma ligação de vídeo para o ex-presidente. No vídeo, Cattani mostrou a participação das pessoas na cavalgada e declarou: “o povo de Colíder te ama”. O entusiasmo do ex-presidente foi evidente, e ele prontamente divulgou o registro.

A publicação foi veiculada no próprio Instagram e no X (antigo Twitter), plataformas onde Bolsonaro soma mais de 40 milhões de seguidores, e gerou forte repercussão na cidade.

A cavalgada marcou o início da Expolíder 2025, maior feira agropecuária do nortão.

O vereador do município, Bruno Patriota, também estava presente na cavalgada.

Mesmo não reeleito, Bolsonaro ainda conta com forte apoio popular em Colíder, cidade onde ele conquistou cerca de 85% dos votos em 2018.

A CAVALGADA

A tradicional cavalgada partiu do Sindicato Rural e percorreu avenidas importantes como Júlio Campos, Ulisses Guimarães e Tancredo Neves, passando pelo bairro Cidade Alta antes de retornar ao ponto de partida.

VEJA VÍDEO PUBLICADO NAS REDES SOCIAIS DO DEPUTADO ESTADUAL DO PL, GILBERTO CATTANI

Política

ALMT aprova projeto de Cattani que elimina taxa para produtores irrigantes em Mato Grosso

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou em segundo turno, nesta quarta-feira (25), o projeto de lei de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL) que altera a Lei nº 12.717, de 13 de novembro de 2024, responsável por instituir o Programa Estadual de Irrigação e a Política Estadual de Agricultura Irrigada.

A principal mudança aprovada é a revogação do artigo 27 da legislação, que previa a cobrança de uma taxa dos produtores rurais que utilizam sistemas de irrigação em suas propriedades.

Com a aprovação do projeto, os produtores irrigantes passam a ter um alívio financeiro, sendo desobrigados de pagar a tarifa de aproximadamente R$ 60 por hectare que vinha sendo duramente criticada pelo setor produtivo.

Para Cattani, a medida representa uma vitória dos agricultores de Mato Grosso. “Não faz sentido penalizar quem investe em irrigação, uma ferramenta essencial para aumentar a produtividade. Essa taxa era injusta e prejudicava quem produz. Hoje é um dia de conquista para o agronegócio mato-grossense”, declarou o deputado após a votação.

A proposta foi bem recebida por entidades do setor agrícola, sindicatos rurais e produtores de diversas regiões do estado, que vinham se mobilizando contra a cobrança desde a sanção da lei original, em 2024.

Com a revogação do artigo 27, o Estado segue incentivando a agricultura irrigada como instrumento de desenvolvimento, mas sem impor novas obrigações financeiras ao produtor. O projeto segue agora para sanção do governador.