Estupro

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Polícia Civil prende enfermeiro investigado por abusar sexualmente de paciente após cirurgia

Vítima afirma ter sentido o enfermeiro a tocando quando estava acordando da anestesia

A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (03.12), um enfermeiro, de 39 anos, suspeito de abusar sexualmente de uma paciente, de 21 anos, no centro cirúrgico de um hospital de Cuiabá, no momento em que ela acordava após uma cirurgia.

A vítima foi internada no hospital no dia 29 de novembro, após sofrer um acidente de motocicleta, e submetida a uma cirurgia no braço direito para colocação de pinos no dia 02 de dezembro.

A cirurgia começou por volta das 16 horas e finalizou por volta das 18 horas. Porém, a vítima acordou durante o procedimento cirúrgico e conseguiu perceber toda a movimentação à sua volta. Ela somente não via, pois havia um pano cobrindo seu rosto, mas lembra da conversa dos médicos finalizando o procedimento.

No final, ficaram na sala de cirurgia apenas uma enfermeira e um enfermeiro. Pela fresta do lençol, a vítima afirma que viu a enfermeira de costas, organizando alguns instrumentos, e viu e sentiu o enfermeiro usando os dedos para tocar suas partes íntimas, usando luvas.

Segundo relato da vítima, com medo de ele seguir com o abuso, ela se mexeu e fechou as pernas, fazendo com que o suspeito cessasse o ato e pedisse para a enfermeira acordá-la. Em seguida, ela foi levada para uma sala de pós-operatório.

A vítima ficou com medo, mas, por fim, relatou o ocorrido ao hospital e, com apoio da equipe psicológica e da administração do hospital, denunciou o caso à Polícia Civil.

Prisão

Assim que acionada, a Delegacia Especializa de Defesa da Mulher de Cuiabá deu início às investigações do caso. A vítima e todas as testemunhas foram ouvidas e a delegada Judá Maali representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça.

Nessa quarta-feira (03.12), por volta das 17h30, ele foi preso em casa, no bairro Coophamil, em Cuiabá, e conduzido para a DEDM, onde foi ouvido, encaminhado para a audiência de custódia e ficou à disposição da Justiça.

Política

É falso que PL 1904/2024 defende estupradores; entenda

Extrema-esquerda e mídia abortista desinformam para provocar a opinião pública

Nesta quarta-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência do Projeto de Lei 1904/2024 que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Com essa decisão, o texto pode ser votado diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

No entanto, parlamentares da extrema-esquerda estão provocando seus seguidores para atacarem integrantes da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), grupo que assina o projeto de lei e que pediu pelo regime de urgência. Na justificativa dos grupos abortistas, apoiados pela imprensa, o texto defende o estuprador, mas a informação não procede.

Uma das principais vozes que desinformam nas redes sociais é a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) que tenta sensibilizar a sociedade dizendo que o texto fará com que meninas sejam mães, e os estupradores sejam pais.

Segundo Sâmia Bomfim, uma menina estuprada ficaria presa por 20 anos enquanto o estuprador ficaria atrás das grades por oito anos. Ela chega a insinuar que seus colegas apoiam os estupradores.

O QUE DIZ O PROJETO DE LEI?
O PL 1904/2024 prevê que o aborto realizado após 22 semanas de gestação seja punido com reclusão de seis a 20 anos. Ele prevê essa pena tanto para os casos não previstos em lei, quanto aos previstos em lei.

Os abortos legais não ficariam impossibilitados, apenas haveria um prazo limite para sua realização: até a 21ª semana de gestação. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, em 1940, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.

O presidente da FPE e autor do requerimento de urgência, deputado federal Eli Borges (PL-TO) defendeu a aprovação do texto citando a Organização Mundial da Saúde (OMS) que atesta que a partir de 22 semanas o bebê tem plenas condições de viver fora do útero de sua mãe.

Em resumo, as principais alterações ao Código Penal previstas neste projeto de lei visam acrescentar dois parágrafos ao art. 124 do Código Penal Brasileiro, que trata do crime de aborto, para estabelecer que a gestante que realizar o aborto até a 21ª semana de gestação não será punida, desde que o procedimento seja realizado por médico e com o consentimento da gestante.

Além disso, também pede para incluir um parágrafo único ao art. 125, um segundo parágrafo ao art. 126 e um parágrafo único ao art. 128 do mesmo Código, com o intuito de abordar especificamente a questão do aborto em casos de estupro e suas condições legais.

CidadesPolícia

Polícia Civil prende avô por estupro de neta de três anos em Sorriso

Vítima contou para a mãe que o avô havia mexido em suas partes íntimas

Um homem que abusou sexualmente da neta de apenas 3 anos e 4 meses foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na noite de sexta-feira (29.03), em ação realizada pela equipe da Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Crimes Sexuais contra Mulher, Idoso, Adolescente e Criança da Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito de 49 anos, imigrante da Venezuela, foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

As investigações iniciaram após o Conselho Tutelar acionar a Polícia Civil relatando que havia dado entrada na UPA, uma criança de aproximadamente quatro anos, vítima de abuso sexual.

A menina foi levada pela mãe à unidade de saúde após reclamar de dores na região pélvica, sendo relatado que o avô teria “mexido’ em suas partes íntimas. Na UPA foram realizados alguns exames, sendo constatado o abuso sexual. A vítima passou por escuta especializada e confirmou o abuso.

Diante das informações, a equipe da Delegacia de Sorriso deslocou até a fazenda onde residem a vítima e o avô e realizou a prisão em flagrante do suspeito. Ele foi conduzido até a delegacia, onde após ser interrogado, pela delegada Jéssica de Assis, foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.