O Tribunal Federal de Apelações da Argentina confirmou nesta quarta-feira (13) a condenação de Cristina Kirchner, ex-presidente e atual vice-presidente, a seis anos de prisão e a inelegibilidade para cargos públicos. A sentença original havia sido proferida em 2022, e agora o tribunal reafirmou a decisão de forma unânime.
Kirchner, que governou a Argentina entre 2007 e 2015 e atualmente ocupa o cargo de vice-presidente, foi acusada de liderar uma organização criminosa com o objetivo de desviar recursos públicos durante seu governo. A condenação impede sua candidatura a qualquer cargo público, mas sua defesa ainda pode recorrer à Suprema Corte, que deve começar a analisar o caso em março de 2025.
A decisão foi amplamente divulgada pela imprensa argentina, incluindo o jornal Clarín, que destaca que a defesa de Kirchner tem dez dias para formalizar o recurso. O Ministério Público Fiscal, órgão responsável pela acusação em nome do Estado, continua a atuar no caso em busca de justiça para as acusações de corrupção envolvendo a ex-presidente.
Após a divulgação dos resultados eleitorais pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) nesta segunda-feira (29) de madrugada, líderes globais reagiram rapidamente, divididos entre os que pedem uma auditoria dos votos e os que parabenizam Nicolás Maduro pela vitória. Segundo o CNE, Maduro conquistou 51,2% dos votos, enquanto o principal candidato da oposição, Edmundo González Urrutia, obteve 44,2%.
Reações Internacionais:
Rússia: O presidente russo, Vladimir Putin, felicitou Nicolás Maduro pela reeleição, afirmando que as relações entre os dois países continuarão a se desenvolver de forma estratégica. Putin expressou confiança na continuidade da parceria entre Rússia e Venezuela.
Bolívia: Luis Arce, presidente da Bolívia, comemorou a vitória de Maduro, afirmando que a vontade do povo venezuelano foi respeitada nas urnas. Arce destacou a continuidade dos laços de amizade entre os dois países.
Colômbia: O ministro das Relações Exteriores, Luis Gilberto Murillo, pediu esclarecimentos sobre os resultados eleitorais e apelou por uma contagem total dos votos e uma auditoria independente. O governo colombiano destacou a importância de garantir transparência no processo eleitoral.
Chile: Gabriel Boric, presidente do Chile, declarou que seu governo não reconhecerá resultados não verificáveis, exigindo transparência total e a participação de observadores internacionais imparciais.
China: O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, parabenizou Maduro e reafirmou o compromisso da China em fortalecer as relações bilaterais com a Venezuela.
Costa Rica: O governo costarriquenho não reconheceu a eleição de Maduro, classificando-a como fraudulenta. A administração de Rodrigo Chávez afirmou que trabalhará com governos democráticos para assegurar a vontade do povo venezuelano.
Cuba: Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, felicitou Maduro pela “vitória histórica” e elogiou o povo venezuelano por derrotar a oposição pró-imperialista.
Espanha: O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, exigiu a apresentação dos registros de votação para garantir resultados verificáveis.
Estados Unidos: O secretário de Estado, Antony Blinken, expressou sérias preocupações sobre os resultados eleitorais e pediu que cada voto seja contado de forma justa e transparente. Blinken destacou a importância da publicação da apuração detalhada dos votos.
Guatemala: O presidente Bernardo Arévalo solicitou relatórios das missões de observação eleitoral para defender o voto dos venezuelanos.
Honduras: O presidente Xiomara Castro parabenizou Maduro por sua “vitória incontestável” que reafirma a soberania da Venezuela.
Peru: O ministro das Relações Exteriores do Peru, Javier González Olaechea, afirmou que seu país não aceitará a violação da vontade popular do povo venezuelano.
Reino Unido: O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido não aceitou a legitimidade da eleição de Maduro e atualizou suas recomendações de viagem para a Venezuela, aconselhando os cidadãos britânicos a evitarem manifestações.
Uruguai: O presidente Luis Lacalle Pou declarou que não se pode reconhecer uma vitória sem confiar nos mecanismos utilizados para alcançá-la.
Willian Lima conquistou a primeira medalha do Brasil na Olimpíada de Paris 2024. O judoca paulista ficou com a prata após ser derrotado pelo japonês Hifumi Abe na final da categoria até 66kg. Esta é a primeira medalha olímpica do atleta de 24 anos.
A Luta
No início da luta, Willian Lima sofreu uma penalidade. Logo após, Abe aplicou um waza-ari, ganhando vantagem. Pressionado, Willian sofreu mais um waza-ari, que se transformou em ippon, decretando a vitória do japonês.
A prata de Willian Lima é a 25ª medalha do judô brasileiro na história das Olimpíadas, consolidando o judô como o esporte com mais medalhas para o Brasil, com quatro ouros, quatro pratas e 17 bronzes.
Os venezuelanos vão às urnas neste domingo (28) para participar da eleição mais significativa dos últimos 25 anos. Pela primeira vez, a oposição é amplamente favorita para vencer, apesar das incertezas se o regime de Nicolás Maduro aceitará os resultados. As principais pesquisas indicam a vitória de Edmundo González Urrutia, apoiado pela líder antichavista María Corina Machado, que foi impedida de concorrer.
Urrutia, da Plataforma Unitária Democrática (PUD), tem mais de 50% das intenções de voto, enquanto Maduro aparece com cerca de 20%, valor próximo à sua taxa de aprovação. No entanto, institutos criados pelo chavismo apontam um resultado oposto.
Ao longo do ano, o regime impôs novas regras para dificultar a vida da oposição, incluindo a inabilitação de Corina Machado, que venceu as primárias com mais de 90% dos votos.
– “Existe uma estrutura jurídica e política manipulada para impedir a participação nas eleições, mudando seções eleitorais, bloqueando votações e manipulando observadores. Desta vez, é uma luta existencial para o chavismo” – afirma María Isabel Puerta Riera, cientista política do Valencia College, na Flórida.
A oposição se apresenta unida pela primeira vez em 11 anos. A última vez que esteve perto de vencer o chavismo foi em 2013, quando Maduro venceu Henrique Capriles por uma margem apertada de 50% a 49%. Em 2018, o boicote da oposição resultou na reeleição de Maduro por ampla margem. Agora, os opositores concordaram em apoiar qualquer candidatura capaz de derrotar o chavismo, com a dissidência garantindo um alto comparecimento.
Segundo as organizações Alerta Venezuela, Espacio Público e Voto Joven, cerca de 25% dos eleitores foram excluídos do processo devido a mudanças nas regras que impediram milhões de venezuelanos no exterior de se registrarem. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) afirmou que mais de 21 milhões de pessoas estão habilitadas para votar, enquanto as organizações indicam que 5 milhões ficaram de fora.
– “Não pode haver eleições autênticas ou livres sem um quarto da população” – dizem as entidades.
Há denúncias de mudanças arbitrárias nos locais de votação e dificuldades na inscrição de mesários. Sem mesários, não há como realizar eleições em certas seções, o que poderia favorecer o chavismo.
A realização das eleições foi acertada entre Maduro e a oposição nos Acordos de Barbados, mediado pelo Brasil. Em troca de um processo justo, o chavismo teria o levantamento de algumas sanções dos EUA e da União Europeia. No entanto, o acordo começou a ruir quando o Supremo Tribunal de Justiça confirmou a inabilitação de Corina Machado, resultando na volta das sanções.
Após um impasse sobre quem substituiria Corina Machado, a oposição se uniu em torno de Corina Yoris, mas a manobra falhou quando Yoris foi barrada no último dia de inscrição. O único nome aceito foi o de González Urrutia, um diplomata aposentado visto como um negociador habilidoso.
O chavismo também dificultou o credenciamento de testemunhas eleitorais, essenciais para garantir a lisura do processo. A oposição afirma que o CNE colocou obstáculos aos 90 mil voluntários enviados por eles.
– “A estratégia é usar o CNE para impedir a votação maciça e tentar ganhar as eleições de forma fraudulenta. Mesmo que os votos sejam contados corretamente, a eleição ocorre em um contexto de fraude” – afirma o opositor e ex-presidente do CNE Andrés Caleca.
Apresentação representou a diversidade da comunidade LGBT+
A diversidade sexual foi um dos temas apresentados na cerimônia de abertura dos Jogos de Paris, nesta sexta-feira (26). Entre as apresentações havia uma que fazia referência da Última Ceia de Jesus sendo representada por drags queens.
Representando a identidade de gêneros e a sexualidade da comunidade LGBT+, a apresentação exaltou a cultura do ballroom e mostrou a dança vogue que representa bem esse universo.
Embaixador do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, Zico foi vítima de um assalto na capital francesa. Nesta sexta-feira (26), o ex-jogador do Flamengo utilizou seu perfil no Instagram para tranquilizar seus seguidores, destacando que ele e sua esposa, Sandra, estão bem e que a integridade física de ambos não foi comprometida.
“Como amplamente noticiado pela imprensa, tive um infortúnio ontem, dia 25 de julho, no início da minha jornada como embaixador do Time Brasil. Quero tranquilizar a todos, ressaltando que eu e Sandra estamos bem e que, apesar da perda material, o mais importante é sempre a nossa saúde e vida”, escreveu Zico.
Ele também mencionou que está contando com o apoio das autoridades e do Comitê Olímpico Internacional (COI) e espera recuperar seus bens pessoais em breve.
O assalto ocorreu na noite de quinta-feira (25). Zico carregava um relógio Rolex, um colar de diamantes e dinheiro em espécie quando foi surpreendido ao sair do hotel para pegar um táxi. Dois ladrões, ainda não identificados, distraíram o motorista do táxi e furtaram a pasta com os pertences do ex-jogador.
Bruno Coimbra, filho de Zico, também se manifestou nas redes sociais, agradecendo as mensagens de apoio e reiterando que seus pais não foram fisicamente agredidos. “Para quem está mandando mensagem, está tudo bem com meu pai e minha mãe. Em nenhum momento encostaram a mão neles. Prejuízo muito mais emocional do que material, pois isso a gente corre atrás. Importante é que estão bem!!”, escreveu Bruno.
A Brigada de Repressão ao Banditismo (BRB) instaurou uma investigação para apurar o caso. O jornal francês Le Parisien estima que o prejuízo sofrido por Zico gira em torno de 500 mil euros (pouco mais de R$ 3 milhões).
Zico, um dos maiores ídolos do Flamengo e do futebol brasileiro, tem 71 anos e está em Paris acompanhando a delegação brasileira após ser convidado como Embaixador do Time Brasil. Durante sua carreira, Zico nunca participou de uma Olimpíada com a Seleção Brasileira, embora tenha jogado no pré-olímpico de 1972.
Até momentos antes da cerimônia de abertura, os Jogos Olímpicos enfrentaram problemas de segurança. Na abertura, torcedores do Marrocos invadiram o gramado após o gol de empate da Argentina no futebol masculino, resultando em tumultos e interrupção da partida por mais de uma hora e meia.
Ditador venezuelano fez declaração durante comício ao elogiar sistema eleitoral de seu país
O ditador venezuelano Nicolás Maduro afirmou, em um comício nesta terça-feira (23), que o sistema eleitoral do Brasil não é auditado. A declaração foi feita ao comparar o sistema de votações da Venezuela com o de outros países, como Brasil, Colômbia e Estados Unidos.
“Temos o melhor sistema eleitoral do mundo. Temos 16 auditorias (…). Em que outra parte do mundo fazem isso? Nos Estados Unidos, é inauditável o sistema eleitoral. No Brasil, não auditam um registro. Na Colômbia, não auditam nenhum registro,” declarou Maduro.
Durante o mesmo comício, Maduro mandou uma “indireta” ao presidente Lula (PT), fazendo referência a um comentário de Lula na última segunda-feira (22). Lula afirmou ter ficado assustado com uma fala em que Maduro disse que haveria “banho de sangue” se perdesse as eleições.
“O Maduro tem que aprender: quando você ganha, você fica, quando você perde, você vai embora. Vai embora e se prepara para disputar outra eleição,” declarou Lula na ocasião.
Sem citar Lula diretamente, o presidente venezuelano afirmou que prevê para “aqueles que se assustaram” a maior vitória eleitoral dele na história. Sobre o “banho de sangue,” Maduro disse que não mentiu, mas apenas fez uma reflexão.
“Quem se assustou que tome um chá de camomila,” completou.
José Fernando Ferreira, o Balotelli, destaca inadequação de uniformes e necessidade de arcar com custos adicionais
O kit de uniformes entregues aos atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos de Paris-2024 voltou a ser alvo de críticas. José Fernando Ferreira, conhecido como Balotelli, atleta do decatlo, afirmou não ter recebido material adequado à quantidade de provas que disputa e revelou que precisou bancar sete pares de sapatilhas do próprio bolso.
“Vocês não têm ideia do quanto foi brochante receber o material da seleção. Sempre achei que, na Olimpíada, receberíamos uma mala de materiais, com tênis, roupas e sapatilhas, mas parece que não é bem assim para nós,” escreveu Ferreira em seu perfil na rede social X.
O decatlo, composto por dez provas disputadas em dois dias, exige equipamentos específicos para cada modalidade. No primeiro dia, os atletas competem nos 100 metros, salto em distância, arremesso de peso, salto em altura e 400 metros rasos. No segundo dia, as provas são 110 metros com barreiras, lançamento de disco, salto com vara, lançamento de dardo e 1.500 metros.
“Utilizo sete sapatilhas de modelos diferentes, cada uma para prova específica. Estou indo para os Jogos Olímpicos sem patrocínio de marca esportiva, ou seja, vou investir do meu dinheiro para comprar as sapatilhas, sei que vai me ajudar muito,” completou o atleta, que passa 20 horas na pista de atletismo.
Os modelos de sapatilhas para atletismo podem custar em torno de R$ 800 cada. O gasto total para Ferreira pode alcançar R$ 5.600. No site oficial da Puma Brasil, patrocinadora da CBAt, há duas opções de sapatilhas: uma custa R$ 899,90 e outra R$ 1.269,90.
Outro problema apontado pelo atleta é a quantidade insuficiente de roupas. O kit descrito por Ferreira inclui uma regata, um macacão de treino e um short. “Assim que acabarem as provas do primeiro dia, irei voltar para a Vila [Olímpica] e lavar logo meu material, ou competir com o sujo [no dia seguinte],” lamentou.
A parceria entre a CBAt e a Puma, iniciada em 2022, foi estendida até 2032, incluindo os Jogos de Los Angeles-2028 e Brisbane-2032. Os uniformes deste ano foram lançados em abril, com participação de atletas que sequer estarão em Paris-2024, como Neymar.
A reclamação de Ferreira segue a queixa de Izabela Rodrigues da Silva, que não recebeu uniforme em tamanho adequado. Segundo ela, seu enxoval foi reduzido por falta de peças femininas de tamanho G. A entidade e a patrocinadora afirmam que já trabalham para resolver a situação.
CBAt se Pronuncia
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) se manifestou sobre o caso por meio de nota, emitida nesta segunda-feira (22), para esclarecer as questões referentes ao fardamento para a competição e justificar o ocorrido com o atleta.
Com relação às peças, a CBAt informou que a quantidade é definida considerando as especificidades e as exigências de cada prova. O comunicado destaca que o enxoval dos membros da delegação também inclui o material do Time Brasil, que será fornecido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) na chegada a Paris. A CBAt afirmou ainda que, junto com a Puma, “quer os atletas focados em suas performances e, para isso, vem dando o suporte necessário.”
Ainda de acordo com a nota, eventuais ajustes no número de peças que compõem o enxoval serão resolvidos, já que a CBAt reforça ter um canal direto de comunicação com os atletas brasileiros em Paris.
Quem é José Fernando Ferreira, o Balotelli?
José Fernando Ferreira, de 25 anos, nasceu em Pesqueira, no interior de Pernambuco. Ferreira esteve na Seleção Brasileira de Atletismo no Pan-Americano de Santiago-2023 e conquistou a prata no decatlo. No ano passado, ele foi campeão no Campeonato Sul-Americano, disputado em São Paulo. Balotelli ocupa a 24ª posição no ranking mundial do decatlo da World Athletics, a federação internacional de atletismo.
Republicano usou as redes sociais agradeceu as orações de apoiadores
O ex-presidente dos Estados Unidos e pré-candidato republicano Donald Trump afirmou em uma postagem na sua rede social própria, a Truth Social, que não tem medo e que se manterá forte após sobreviver ao atentado que sofreu neste sábado (13), durante um comício em Butler, na Pensilvânia.
– Obrigado a todos por seus pensamentos e orações ontem, pois foi somente Deus quem evitou que o impensável acontecesse. Nós NÃO TEREMOS MEDO, mas em vez disso permaneceremos resilientes em nossa fé e desafiadores diante da maldade – escreveu o ex-presidente, que se encontra neste domingo (14) em Nova Jersey.
O ex-presidente, tal como fez neste sábado, referiu-se aos familiares da pessoa falecida no atentado e também aos feridos, aos quais desejou sua rápida recuperação.
– Neste momento, é mais importante do que nunca que permaneçamos unidos e mostremos o nosso verdadeiro caráter como americanos, permanecendo fortes e determinados, e não permitindo que o mal vença – acrescentou.
Trump disse que espera participar da Convenção Nacional Republicana em Wisconsin, que começa nesta segunda-feira (15) e na próxima quinta (18) pretende oficializar sua nomeação como candidato do partido nas eleições de novembro.
Em uma mensagem anterior na sua rede social, Trump explicou que a bala disparada pelo atirador passou pela parte superior da sua orelha direita.
– Percebi imediatamente que algo estava errado porque ouvi um zumbido, tiros, e imediatamente senti a bala atravessando a pele. Sangrei muito e percebi o que estava acontecendo – contou.
O FBI identificou o atirador como um jovem branco da Pensilvânia que atende pelo nome de Thomas Matthew Crooks, de apenas 20 anos.
As autoridades não sabem até o momento quais poderiam ser as suas motivações e se ele era o que se chama de “lobo solitário” ou se tinha um cúmplice.
A emissora local de Pittsburgh WTAE afirmou que o atirador usou um rifle tipo AR-15 e disparou oito tiros antes de ser morto por agentes do Serviço Secreto.
As autoridades confirmaram que o atirador causou a morte de um participante do comício, atingiu Trump na orelha direita e deixou outras duas pessoas gravemente feridas na plateia.
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta segunda-feira (1º), que o ex-presidente Donald Trump tem direito a receber imunidade parcial nos processos em que ele responde na Justiça norte-americana.
A decisão, vista como uma vitória para Trump, deve atrasar os julgamentos dos processos a que ele responde na Justiça dos EUA. O ex-presidente é candidato nas eleições do país, que acontecem em 5 de novembro.
A decisão não concede imunidade automática para Trump, mas aponta que ex-presidentes dos EUA têm direito a pedi-la. Com isso, o caso deve voltar a tribunais de segunda instância, que terão de julgar se Trump é imune em cada um dos três processos.
Trump postou em sua rede social, a Truth Social, logo após a decisão ser divulgada:
– Grande vitória para nossa Constituição e democracia. Orgulhoso de ser americano!