Polícia

Notícias relacionadas a ação policial

CidadesPolícia

Por embriaguez ao volante, 16 pessoas são presas em Cuiabá

Em Cuiabá, duas ações da Operação Lei Seca realizadas na madrugada deste domingo (26) resultaram na prisão de 16 motoristas por embriaguez ao volante.

Detalhes das Prisões

Entre os detidos, três foram presos por associarem o consumo de álcool à desobediência à ordem de parada, ameaça aos agentes e alteração de nome na documentação veicular.

Foco da Fiscalização

A fiscalização focou na região do bairro Grande Terceiro, com operações na Avenida Carmindo de Campos e na Avenida Sebastião de Oliveira.

Estatísticas das Operações

Durante as duas operações, 144 veículos foram parados e 138 motoristas realizaram o teste de alcoolemia. Foram aplicadas 85 multas e 52 veículos, incluindo carros e motocicletas, foram removidos.

Multas e Penalidades

Conforme o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 165-A da lei 9.602/98) e a resolução 432/2013 do Contran, qualquer nível de álcool identificado no teste de alcoolemia resulta em uma multa de R$ 2.934,70. Motoristas que recusaram o teste, mas apresentaram sinais de embriaguez, também foram autuados criminalmente.

Operação Lei Seca

A Operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com participação do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran), Detran, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Politec, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

CidadesPolícia

PM apreende adolescente suspeito de tráfico de drogas em Sinop

Adolescente de 17 anos foi apontado por usuários de drogas como responsável pela venda de drogas no bairro Vila Mariana

Equipes da Força Tática da 26ª Companhia Independente apreenderam um adolescente de 17 anos na noite deste sábado (25.05), com 29 porções de maconha e cocaína, no município de Sinop. O suspeito era integrante de uma organização criminosa.

A apreensão do adolescente ocorreu após a polícia receber denúncias sobre o suspeito, que estaria comercializando drogas em uma residência localizada na Rua Projetada 14, no bairro Vila Mariana.

Depois de receber a denúncia, a Polícia Militar intensificou o policiamento na região e abordou várias pessoas que seriam usuárias de entorpecentes. Aos policiais, os abordados apontaram o adolescente como o responsável pela venda das drogas e afirmaram que ele integra uma organização criminosa.

Os policiais foram até a casa do adolescente, que tentou fugir, mas foi detido. Com ele, foram encontradas duas porções médias de maconha.

Na busca pela residência, foram encontradas mais 11 porções de maconha, 14 porções de cocaína e duas porções de pasta base de cocaína em cima do guarda-roupas.

O adolescente e as drogas apreendidas foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

CidadesPolícia

PM resgata três pessoas de sequestro no município de Colniza

Três homens foram localizados em uma residência, com as mãos e pés amarrados

Policiais militares da 11ª Companhia Independente resgataram, na tarde deste sábado (25.05), três homens de 18, 24 e 33 anos que estavam sendo mantidos como reféns em uma residência na Rua dos Girassóis, em Colniza. As vítimas estavam com as mãos e pés amarrados.

O resgate ocorreu após a mãe de uma das vítimas informar aos policiais que seu filho estava sendo mantido refém devido a desavenças com uma organização criminosa.

Os policiais foram ao endereço, observaram movimentação suspeita e flagraram um homem fugindo pelo muro. Dentro da casa, encontraram as três vítimas amarradas. O jovem de 18 anos contou que foi rendido ao tentar comprar maconha no local. As outras vítimas já estavam na casa quando ele chegou.

O homem de 33 anos foi atraído por uma ligação do suspeito, e a vítima de 24 anos foi rendida no caminho do trabalho e levada à casa.

As vítimas relataram que cerca de dez pessoas diferentes frequentaram a casa durante o dia, todas manuseando armas para ameaçá-los.

Os policiais intensificaram o policiamento na região para identificar e prender os envolvidos. Na casa, encontraram duas garrafas de coquetel molotov.

CidadesMeio AmbientePolícia

Batalhão Ambiental prende homem por pesca predatória e apreende 213 unidades de peixes

Suspeito prestava serviços em propriedades rurais, onde aproveitava para realizar a pesca ilegal

Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam um homem de 40 anos por pesca predatória, na tarde desta quinta-feira (23.05), em Poconé. Na ação, foram apreendidos 213 unidades de pescado irregular de diversas espécies.

A equipe se deslocou até a região de Porto Jofre, após recebimento de denúncias anônimas sobre um homem que estava praticando pesca predatória na região. Segundo as informações, o suspeito prestava serviços em propriedades rurais e fazia a captura ilegal de peixes nestes locais.

Diante das informações, os militares foram até uma dessas propriedades citadas nas denúncias, onde foram recebidos pelo caseiro do local. A testemunha afirmou que havia um eletricista que estava alojado naquela propriedade e que pescava todos os dias após sair do serviço.

No alojamento deste suspeito havia um freezer, no qual os policiais militares localizaram 143 unidades de piraputangas, um pacu, seis piaus, 49 pacupevas, uma piranha, dois bagres, nove sardinhas e duas piavas.

O caseiro do local fez contato com o suspeito, que compareceu no alojamento e se apresentou aos policiais. O homem foi questionado sobre o motivo de guardar o pescado e informou aos militares não saber que a pesca destas espécies eram proibidas.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime ambiental e foi conduzido para a Delegacia de Poconé, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Polícia

Investigação sobre latrocínios de motoristas de aplicativo é destaque em canal nacional no You Tube

Os crimes ocorreram no mês de abril deste ano; quatro foram detidos e apreendidos

Os latrocínios de três motoristas de aplicativo, ocorridos na cidade de Várzea Grande, e a investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, que levou à identificação dos envolvidos no crime brutal foram tema de um episódio do canal Crime e Mistério S/A, no You Tube, do jornalista Beto Ribeiro.

Márcio Rogério Carneiro, 34 anos; Elizeu Rosa Coelho, 58 anos e Nilson Nogueira, de 42 anos, desapareceram entre 11 e 14 de abril, após saírem de casa para trabalhar no período noturno nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

O delegado Nilson André Farias foi o entrevistado do programa, que foi ao ar nesta quinta-feira (23), e abordou a investigação e a motivação que levou dois adolescentes e um adulto a assassinar friamente as três vítimas, que trabalhavam como motoristas de transporte por aplicativo nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. Dois adolescentes estão apreendidos e três adultos, dois deles já presos, respondem pelos crimes e atos infracionais análogos a roubo seguido de morte, extorsão, associação criminosa, ocultação de cadáver. Os adultos ainda foram indiciados por corrupção de menores.

A entrevista do jornalista Beto Ribeiro e da perita criminal Rosângela Monteiro com o delegado da DHPP pode ser conferida no link: https://youtu.be/sNJKSGamgR0

O canal Crime e Mistério S/A aborda crimes complexos e a dinâmica comportamental dos criminosos.

CidadesPolícia

Corregedoria da Polícia Civil cumpre mandados em investigação contra delegado em estágio probatório

Investigações apuram os crimes de adulteração de sinal de veículo e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, além de infrações administrativas

A Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral, deflagrou na manhã desta quarta-feira (22.05) a Operação Capsicum, para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e um de afastamento das funções policiais contra um delegado em estágio probatório.

As ordens judiciais foram expedidas pela Comarca de Porto Alegre do Norte, com base em investigações realizadas pela Corregedoria da Polícia Civil e são cumpridas nas cidades de Confresa e Goiânia (GO). 

Dentro da operação, também foi determinado o afastamento do delegado da circunscrição para trabalho na função estritamente administrativa.

As investigações e cumprimento dos mandados contam com apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado de Goiás, e da Diretoria-Geral e Diretoria de Interior da Polícia Civil de Mato Grosso. 

Segundo apurado, o delegado de polícia, em estágio probatório, tomou posse de um veículo Toyota Corolla que estava apreendido na Delegacia de Porto Alegre do Norte para se deslocar até o Estado de Goiás, usando placas de outro veículo, sendo apurado crime de adulteração de sinal de veículo automotor.

As investigações apuraram ainda que o mesmo policial estaria em posse de um fuzil que não era de sua propriedade, sendo apurado crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Além dessas condutas, é apurado o envolvimento do investigado em outros crimes, bem como em infrações eminentemente administrativas.

Operação Capsicum

A operação faz referência ao princípio ativo do gás pimenta, em analogia ao uso progressivo da força.

CidadesPolícia

Operação cumpre 24 mandados contra membros de organização criminosa investigados por homicídio

As ordens foram cumpridas nas cidades de Araputanga, Mirassol D’Oeste e Cuiabá

A Delegacia de Polícia de Araputanga deflagrou, nesta quarta-feira, (22.05), a Operação Verdugos para cumprir 24 ordens judiciais, sendo 09 de prisão preventiva, três de internação de adolescentes e 12 de busca e apreensão, contra membros de uma organização criminosa investigados por homicídio. As ordens foram cumpridas nas cidades de Araputanga, Mirassol D’Oeste e Cuiabá.

A investigação apontou que os investigados espancaram, até a morte, a vítima Walisson Wilker Rodrigues Borges, de 23 anos, no dia 09 de março deste ano, no bairro Cidade Alta, em Araputanga. Conforme a apuração da Polícia Civil, o crime foi cometido em razão de dívidas de drogas e de pequenos furtos, supostamente cometidos pela vítima.

De acordo com delegado responsável de Araputanga, Fabrício Garcia Henriques, o crime ocorreu em plena via pública, à luz do dia, enquanto a vítima era arrastada aos gritos pelas ruas, até o local onde foi morta, uma casa identificada como uma espécie de “Tribunal do Crime”, para onde os desafetos da facção eram levados para receberem punições. Na casa, a vítima foi executada e depois seu corpo foi jogado no Rio Bugres.


Entorpecentes apreendidos durante a operação 

“Apesar da complexidade do caso, que envolve uma organização criminosa, desde o primeiro dia, as equipes de investigação estiveram em campo, logrando êxito na localização do corpo e na identificação de todos os coautores deste crime brutal. Foram angariados elementos robustos, suficientes para a decretação da prisão preventiva e internação dos suspeitos, como forma de preservar a ordem pública, a conveniência da investigação criminal e a aplicabilidade da lei penal”, destacou o delegado.

A operação contou com a participação de mais de 50 policiais civis, com equipes das Delegacias de Araputanga, Porto Esperidião, São José dos Quatro Marcos, Mirassol d’Oeste, Rio Branco e de Cáceres (Municipal, Derf e Regional). Em Cuiabá, os mandados foram cumpridos por equipes da Polinter.

Verdugos se refere a pessoas que executam penas de morte e aplicam castigos corporais. É sinônimo de carrasco, algoz, tendo em vista o modus operandi dos suspeitos ao cometerem este crime.

CidadesPolícia

Perseguição policial no RJ deixa 4 mortos; 2 eram policiais militares

Uma perseguição policial de 27 quilômetros pelas ruas do Rio de Janeiro resultou em quatro mortes na madrugada desta quarta-feira (22), após dois veículos capotarem, incluindo uma viatura da Polícia Militar (PM). Entre as vítimas, dois eram policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e os outros dois ocupavam o carro perseguido.

Início da Ocorrência

De acordo com a PM, a perseguição começou quando quatro policiais realizavam uma blitz no km 19,5 da Linha Vermelha, próximo à alça de saída da Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti. Os agentes ordenaram que o motorista de um Onix vermelho parasse, mas ele desobedeceu e acelerou. Os policiais, então, entraram em duas viaturas e iniciaram a perseguição.

A Perseguição

Os veículos seguiram em alta velocidade pela Linha Vermelha no sentido Rio de Janeiro, passando pela Ilha do Governador, Complexo da Maré e pelo Caju. Posteriormente, pegaram o Elevado Paulo de Frontin e entraram no Túnel Rebouças. Ao sair do túnel e pegar a alça de saída para o Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, tanto o Onix quanto uma das viaturas capotaram.

Vítimas

As quatro pessoas que morreram foram identificadas como:

  • Soldado Bruno Paulo da Silva, que deixa esposa e dois filhos (15 e 2 anos).
  • Soldado Bruno William Batista de Souza Ribeiro, que deixa esposa e um filho de 4 anos.
  • Hugo Damasceno, ocupante do Onix.
  • O segundo ocupante do Onix ainda não foi identificado.

Investigação e Impacto

A perícia inicial não encontrou armas ou drogas no Onix perseguido. No carro, havia uma mala com roupas e uma tenda, que ainda serão analisadas. A Rua Jardim Botânico, local do acidente, ficou fechada por cerca de três horas e foi liberada por volta das 6h20.

O trágico incidente levanta questões sobre os procedimentos de perseguição policial e a segurança de tais operações em áreas urbanas movimentadas. A Polícia Militar deve conduzir uma investigação completa para entender as circunstâncias que levaram à perseguição e ao subsequente acidente fatal.

CidadesPolícia

Vídeo mostra policiais civis entrando em hangar momentos antes de matar idoso com tiro no peito

João Antônio Pinto, de 87 anos, foi morto no dia 23 de fevereiro deste ano, dentro da sua propriedade, em Cuiabá. Um vídeo registrado no momento da abordagem mostra policiais civis entrando no hangar do idoso, armados, minutos antes do disparo fatal. A Corregedoria da Polícia Judiciária Civil (PJC) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o investigador Jeovanio Vidal Griebel, autor do disparo que matou o idoso.

As imagens capturam os policiais com armas em punho adentrando o hangar onde João Antônio estava. Durante o trajeto, a pessoa que filma comenta que o idoso contratou “pistoleiros” para proteger a área de invasores. João vinha recebendo ameaças de grileiros e membros de uma facção, e pouco antes do confronto, havia discutido com invasores, ameaçando-os com uma arma de fogo.

Quando os policiais chegaram, encontraram João Antônio com uma espingarda. Eles ordenaram que ele largasse a arma, mas João, que tinha problemas de audição e visão, teria apontado a arma para os policiais, momento em que foi atingido no peito. Uma equipe médica foi chamada, mas apenas pôde constatar o óbito no local.

O filho de João Antônio afirmou que os policiais agiram com brutalidade, ressaltando a fragilidade de seu pai. A Corregedoria-Geral acusou Jeovanio de homicídio, falsidade ideológica, improbidade administrativa, além de várias infrações administrativas. Jeovanio foi afastado das atividades operacionais e está restrito a funções administrativas, com sua arma recolhida e proibido de utilizar viaturas, até a conclusão das investigações.

Relembre o caso

João Antônio Pinto flagrou dois homens instalando uma cerca em sua propriedade, o que desencadeou uma discussão. A área havia sido invadida em fevereiro do ano passado, e a família aguardava uma decisão judicial de reintegração de posse. Elmar Soares Inácio, um dos homens erguendo a cerca, ligou para seu cunhado, o policial civil Jeovanio Vidal Griebel, alegando ter sido ameaçado de morte por João Antônio.

Jeovanio reuniu três carros e seis agentes policiais da Delegacia de Estelionato e dirigiu-se à propriedade do idoso. Os seguranças no local foram revistados e orientados a não informar sobre a chegada dos policiais. Os agentes, armados, foram ao hangar onde João Antônio estava com seu caseiro. João não ouviu as ordens dos policiais devido à sua deficiência auditiva.

A versão oficial dos policiais é que João sacou uma arma, justificando a ação dos agentes em legítima defesa, uma alegação contestada pela advogada da família do idoso.

Polícia

Polícia Civil festeja aniversário de 182 anos com 2º Torneio de Tiro entre servidores da ativa e aposentados

Nesse ano de 2024 serão aceitas inscrições para policiais aposentados, nas modalidades individuais e ou coletivas

Em comemoração ao aniversário dos 182 anos da Polícia Civil de Mato Grosso, a Diretoria-Geral e a Academia de Polícia (Acadepol) promovem o 2º Torneio de Tiro, no dia 24 de maio de 2024.

O evento visa a integração desportiva e sociocultural entre servidores lotados na Capital e interior do estado, e acontecerá na sexta-feira, a partir das 07:30, no estande de tiro da Acadepol, em Cuiabá. 

Além de oportunizar ao policial à prática do tiro policial, melhorando sua aptidão técnica com a arma de fogo, o evento também proporciona a melhora de suas habilidades profissionais.

Para participar. o policial civiL deverá se inscrever até o dia 20 de maio pelo site da Acadepol ou pelo QRCode. É indispensável o preenchimento da ficha de confirmação da inscrição das modalidades coletivas que a Delegacia/Diretoria/Regional participará.

A competição será dividida em equipes, compostas por três policiais, e em duas categorias: masculino e feminina.

As provas de tiro serão das seguintes armas: espingarda calibre 12 (Duelo Timer); pistola 9 milímetros (pista); carabina CTT ou SMT .40 (precisão ou pista).

Para esse ano de 2024 serão aceitas inscrições para policiais aposentados, nas modalidades individuais e ou coletivas.

A classificação será dividida em 1º; 2º; 3º; 4º e 5º Lugar. Serão premiadas, com medalhas as três primeiras equipes no geral e ainda os três primeiros colocados por prova tanto masculino quanto feminino.

Acesse aqui o REGULAMENTO

Aniversário

A Polícia Civil de Mato Grosso foi criada em 24 de maio de 1842 e, desde então, vem se desenvolvendo em busca de melhorias e adequação à realidade vigente.

A criação da instituição em Mato Grosso está intrinsecamente ligada à história do estado, desde o período em que as terras de Rondon ainda eram uma capitania. Com a constituição brasileira de 1824 foram normatizadas a formação das posturas policiais nas então províncias e na reforma do Código de Processo Criminal em 1841 foram separadas as funções policiais da justiça, passando aquelas aos chefes de polícias e aos delegados. Daí então, é criada a Polícia Civil de Mato Grosso, com a escolha política do chefe da instituição entre desembargadores, juízes de direito, subdelegados e cidadãos, uma vez que era obrigatória sua aceitação.

Com 182 anos de existência, a Polícia Civil mato-grossense segue bravamente avançando nas áreas tecnológica e humana, atuando na sua atribuição de investigar crimes e acolher vítimas.