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Defesa de Carlos Bolsonaro Questiona Restrições no Acesso ao Inquérito da “Abin Paralela” Decretadas por Moraes

A defesa do vereador Carlos Bolsonaro expressa insatisfação quanto à falta de acesso à íntegra da investigação da chamada “Abin Paralela”, mesmo com a autorização concedida pelo ministro Alexandre de Moraes. O advogado Antonio Carlos Fonseca, representante do vereador, afirma que apenas os documentos relacionados à busca e apreensão foram disponibilizados, excluindo o acesso ao inquérito que deu origem à operação.

Antonio Carlos Fonseca ressalta a importância de compreender todos os fatos para preparar a defesa e lamenta a recorrência dessa situação no Brasil. No entanto, a decisão de Moraes especifica que o acesso se limita aos elementos de prova referentes à petição 12.155/DF, relacionada a Carlos Bolsonaro e à assessora Priscila Pereira e Silva.

A CNN procurou o ministro Alexandre de Moraes para comentários e aguarda retorno. Na decisão que autorizou o acesso, Moraes havia destacado que as partes não teriam acesso a diligências em andamento, visando evitar interferências nas investigações. Além disso, enfatizou a desnecessidade de novos pedidos para documentos que possam ser adicionados ao processo até sua conclusão.

Os documentos pertinentes à defesa foram disponibilizados fisicamente no Supremo Tribunal Federal na quarta-feira (31).


Fonte CNN Brasil

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Ministro Toffoli Suspende Multas e Autoriza Renegociação de Acordo de Leniência da Novonor (Antiga Odebrecht)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu suspender, nesta quarta-feira (31), o pagamento das multas estipuladas para a Novonor, antiga Odebrecht, no acordo de leniência firmado em 2016 durante a operação Lava Jato. A medida visa permitir que a empresa avalie possíveis danos causados por ações supostamente combinadas entre o então juiz Sergio Moro e o Ministério Público, conforme revelado pela operação Spoofing.

Além da suspensão das multas, Toffoli autorizou a Novonor a buscar uma renegociação do acordo de leniência junto à Procuradoria-Geral da República, à Controladoria-Geral da União e à Advocacia-Geral da União. As decisões foram motivadas pelas descobertas da operação Spoofing, que expôs mensagens entre Moro e membros do Ministério Público, levantando dúvidas sobre a voluntariedade da empresa no acordo original.

Toffoli destacou a necessidade de oferecer à Novonor a oportunidade de avaliar possíveis ilegalidades com base nos elementos coletados na Spoofing. Esta decisão segue a linha de posicionamentos anteriores do ministro, que invalidou provas obtidas a partir do acordo de leniência da Odebrecht em setembro, afirmando que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ter sido um “dos maiores erros judiciários da história do país”.

A suspensão de multas e a possibilidade de renegociação também foram estendidas a outras empresas, como a J&F, evidenciando a complexidade e impacto dessas descobertas nas negociações previamente estabelecidas com a Justiça.

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STF retoma trabalhos com pauta fria para evitar atritos com o Congresso

O STF (Supremo Tribunal Federal) retoma suas atividades em 2024 com uma pauta que busca evitar atritos com o Congresso Nacional e manter a relação entre os Poderes. O presidente da corte, Luís Roberto Barroso, montou uma agenda para o mês de fevereiro que prioriza temas que não sejam interpretados como invasão das responsabilidades do Legislativo. Entre eles, processos previdenciários e trabalhistas, ação sobre exceções à obrigações impostas a todos os cidadãos nos critérios de identificação civil em nome da liberdade religiosa, revisão da inclusão de salários mais antigos no cálculo da aposentadoria pelo INSS e a existência de vínculo empregatício entre entregadores e plataformas de delivery.

Além disso, a chamada “pauta verde” do Supremo, que trata de questões ambientais, deve voltar a ser julgada. A cerimônia de abertura do ano do Judiciário acontece nesta quinta-feira, 1, seguida pela votação de uma ação que trata da separação obrigatória de bens em casamentos de pessoas com mais de 70 anos e das regras para uniões estáveis. Essa ação inaugurou um novo formato de julgamento no STF, no qual apenas as partes se manifestam no plenário, em frente aos ministros, e o julgamento é suspenso e retomado após um mês ou mais para a apresentação de votos dos ministros. Barroso tem utilizado esse formato para apresentar temas importantes, porém que não gerem conflitos entre os Poderes nem resistência na população.

A previsão é que a composição do Supremo continue incompleta na maioria dos dias de fevereiro. Isso porque Flávio Dino, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga de Rosa Weber no Tribunal, só tomará posse em 22 de fevereiro. Além disso, a pauta do Judiciário deve ser interrompida durante o período de Carnaval, quando não haverá sessões.

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Justiça Impõe a Luciano Hang Multa de R$ 85 Mi por Assédio Eleitoral

Dono da Havan teria coagido funcionários a votar em Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2018; empresário vê decisão ‘ideológica’

Em nota, Hang classificou a decisão como descabida e ideológica e disse que vai recorrer.

Na denúncia, o Ministério Público do Trabalho (MPT) afirma que Hang fez campanha política dentro de lojas da Havan com participação obrigatória dos empregados.

Os atos, segundo o MP, se replicaram por várias filiais da Havan.

Os promotores argumentaram que os funcionários foram obrigados a passar por situação humilhante.

O MPT em Santa Catarina diz que recebeu mais de trinta denúncias sobre a irregularidade.

Na decisão, o juiz determina o pagamento de indenização, a título de dano moral coletivo, no valor de 1 milhão de reais, e de 1.000 reais por dano moral individual, para cada empregado da Havan com vínculo até o dia 1º de outubro de 2018.

Segundo o magistrado, o empresário não só fez campanha para um candidato às eleições, mas colocou em xeque a continuidade de todos os contratos de trabalho firmados pela ré Havan, caso houvesse resultado desfavorável sob a sua ótica.

DEFESA

Em nota, Hang acusou o juiz de decidir de forma ideológica.

É um total absurdo. Inclusive, na época dos acontecimentos foram feitas diversas perícias nomeadas pela própria Justiça do Trabalho e nada ficou comprovado, não houve irregularidades.

O juiz deveria seguir as provas, o que não fez, seguiu a sua própria ideologia, afirma.

Ele ressalta que todas as ordens e decisões da Justiça foram cumpridas, com informações levadas a todos os colaboradores sobre a livre expressão do voto, com o envio de mala direta no e-mail dos colaboradores e colocado no display eletrônico de cada loja.

Tudo foi feito de modo a garantir a liberdade dos colaboradores. Afinal, temos até hoje em nosso quadro colaboradores de várias outras ideologias políticas.

Aliás, importante lembrar que o voto é secreto e cada um votou conforme sua convicção, disse.

Hang destaca ainda que a denúncia não partiu de colaboradores, mas, sim, de agentes públicos com militância política e sindicatos.

Estamos tranquilos e vamos recorrer da decisão, afinal, nada foi feito de errado e isso já havia sido comprovado lá atrás.

Ainda acreditamos na Justiça brasileira.

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Virginia Mendes Cobra Emanuel Pinheiro por Atraso em Repasses ao Hospital de Câncer de MT

Na quarta-feira (30), Virginia Mendes, primeira-dama de Mato Grosso, cobrou o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, pelos atrasos nos repasses da Secretaria Municipal de Saúde ao Hospital de Câncer do Estado (HCAN), que enfrenta uma dívida de aproximadamente R$ 12 milhões. O HCAN alertou que poderia fechar as portas se os repasses não fossem regularizados.

Virginia Mendes destacou a complexidade da situação, afirmando que “o Estado já geriu a Saúde e não pode assumir responsabilidades que são do prefeito”. Ela questionou o paradeiro do dinheiro destinado ao hospital e destacou a necessidade de Emanuel Pinheiro responder pela situação.

O presidente do HCan-MT, Laudemi Moreira Nogueira, havia anunciado na semana anterior que os atendimentos poderiam ser suspensos caso não houvesse uma regularização nos pagamentos, que estão atrasados desde outubro de 2023. A unidade enfrenta dificuldades para quitar dívidas com fornecedores e salários de funcionários.

Sobre a possibilidade de o Governo de Mato Grosso assumir o hospital, Virginia Mendes explicou que “o Estado não pode assumir exclusivamente a responsabilidade por Cuiabá”, ressaltando que o prefeito foi eleito para lidar com essas questões.

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Lula e Bolsonaro Miram 2026 ao Insistirem no Terceiro Turno nas Eleições Municipais

Na corrida eleitoral municipal, onde as decisões muitas vezes são influenciadas por questões locais, Lula e Bolsonaro surpreendem ao manterem o foco na polarização nacional, visando fortalecer a dinâmica de arqui-inimigos até 2026.

Estratégias Eleitorais:

  • Lula e Bolsonaro buscam explorar seu potencial de transferência de votos para candidatos alinhados.
  • A estratégia inclui manter a polarização e confronto mesmo em eleições municipais.

Motivação para o Terceiro Turno:

  • Ambos líderes políticos extraem parte significativa de sua força da dinâmica de arqui-inimigos.
  • Sustentar a polarização contribui para manter o eleitorado mobilizado e envolvido até as eleições presidenciais de 2026.

Desafios para Candidatos:

  • Candidatos apoiados por Lula enfrentam o desafio de ganhar eleitores de centro.
  • Bolsonaro busca puxar candidaturas à direita, mesmo contra resistências.

Cenários nas Capitais:

  • Em São Paulo, Lula apoia Guilherme Boulos, enquanto Bolsonaro busca direcionar a candidatura de Ricardo Nunes.
  • No Rio de Janeiro, a operação da Polícia Federal cria apreensão, mas a estratégia continua sendo confrontar Ramagem e Bolsonaro com Paes e Lula.
  • Em Belo Horizonte, o bolsonarismo lidera, e Lula precisa articular alianças para reverter o cenário.

Onda de Polarização Velada:

  • A polarização também se manifesta de maneira velada em outras capitais, como Porto Alegre, onde o prefeito declara apoio a Bolsonaro, mas nega o rótulo de “bolsonarista”.

A estratégia de manter o terceiro turno nas eleições municipais sugere que a disputa nacional continuará a moldar o cenário político brasileiro nos próximos anos.

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Emanuel Pinheiro terá suas contas do exercício de 2022 em Cuiabá submetidas à Câmara Municipal nesta sexta-feira

As contas do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), relativas ao exercício de 2022, serão apresentadas na sessão de retorno dos trabalhos da Câmara Municipal nesta sexta-feira (2). Após essa leitura, as contas seguirão para análise nas comissões pertinentes antes de serem levadas ao Plenário para votação. O presidente da Câmara, vereador Chico 2000, esclareceu que o parecer das comissões antecede a votação, sem confirmar uma data precisa, mas indicando que ocorrerá em breve.

Em dezembro, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) revelou um déficit de R$ 1,2 bilhão na administração municipal de Cuiabá, recomendando a reprovação das contas de Emanuel. O TCE também destacou a falta de transparência nos recursos destinados pelo Governo Federal durante a pandemia de Covid-19.

O conselheiro Antônio Joaquim apontou que, dos R$ 411 milhões repassados pela União à cidade para a área da saúde, apenas R$ 176 milhões foram utilizados, gerando uma sobra de mais de R$ 235 milhões que não foi devidamente justificada.

Para evitar a reprovação, Emanuel precisa obter 17 votos favoráveis no Plenário. Caso as contas sejam rejeitadas pelos vereadores, o prefeito de Cuiabá ficará inelegível. O desfecho dessa votação terá repercussões significativas no cenário político local.

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Tribunal de Contas Avaliará Destinação de Doações de R$ 2,5 Milhões para Ativistas do Sleeping Giants Brasil

Cresce o interesse em desvendar os reais objetivos do grupo ativista Sleeping Giants Brasil. Agora, o TCU (Tribunal de Contas da União) foi acionado para investigar como Mayara Stelle, Leonardo Carvalho e Humberto Ribeiro utilizaram quase R$ 2,5 milhões recebidos de fundações internacionais entre 2022 e 2023. A Ford Foundation publicou em seu site a verba aprovada: US$ 100 mil. Já a Open Society Foundations, mantida pelo bilionário húngaro-americano George Soros, também fez uma doação substancial: US$ 400 mil. O envio do dinheiro foi confirmado pelo jornalismo da Jovem Pan. O senador Marcos Rogério (PL-RO) notificou o Ministério Público Federal, a Receita Federal e também o TCU.

“Isso é um ataque à democracia. É preciso que instituições e entidades do Brasil reajam de forma firme. E aí cabe ao Congresso Nacional cobrar esse papel. E é isso o que nós estamos fazendo. Eu pedi, outros senadores pediram também, o mesmo com deputados federais, que a Polícia Federal e o Ministério Público façam essa investigação. E agora estou pedindo particularmente ao TCU que faça este levantamento porque é uma entidade que goza de benefícios tributários no Brasil para praticar atos considerados criminosos.”

O Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do Congresso Nacional que fiscaliza empresas e pessoas que utilizam recursos e bens públicos ou se beneficiam de subvenções e renúncias de receitas. O Sleeping Giants, em seu estatuto, é uma associação sem fins lucrativos. O advogado da Jovem Pan, Frederico Manssur, indica que, por gozar desse benefício fiscal, deve prestar contas à sociedade com transparência.

“Se ficar caracterizada qualquer participação do Sleeping Giants, por ser uma associação sem fins lucrativos, mas que tem algum tipo de participação, direta ou indireta, no processo eleitoral brasileiro, a legislação brasileira veda a participação de capital estrangeiro. Então, é fundamental agora, uma vez confirmados os recursos recebidos de organizações internacionais, a prestação de contas do Sleeping Giants. Como ele vem utilizando este dinheiro, se há algum repasse ou não, se esses valores são utilizados para pagar salários de diretores, se esses valores são utilizados para financiar a campanha que já foi declarada pela Justiça como inconstitucional e ilegal. O Sleeping Giants deve esta prestação de contas para a sociedade.”

O Ministério Público Federal e a Receita Federal foram acionados também pelo senador Rogério Marinho.

“Nós oficiamos à Receita Federal um pedido de investigação para verificar se há algo ilícito, alguma utilização indevida dos recursos, bem como representamos junto ao Ministério Público Federal de São Paulo, e também o Nacional, para que se verifique se há algum indício de improbidade.”

Marinho e Rogério estão entre os quase 20 senadores que solicitaram na Comissão de Comunicação e Direito Digital do Senado Federal um estudo sobre a atuação do trio Mayara Stelle, Leonardo Carvalho e Humberto Ribeiro. Na Câmara, os deputados das comissões de Comunicação e de Fiscalização e Controle convocaram no ano passado uma audiência pública para que o grupo se manifestasse a respeito de uma série de questões levantadas pelos parlamentares. Mayara, Leonardo e Humberto ignoraram o chamado, e nenhum representante compareceu. Agora, um novo requerimento será feito.

Além de estar na mira de órgãos federais e do Congresso Nacional, os ativistas também colecionam uma série de derrotas nos tribunais. As decisões, todas, suspendem imediatamente e proíbem a campanha de difamação contra o Grupo Jovem Pan. No fim de 2023, desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram, de forma unânime e em caráter liminar, pelo fim imediato da campanha divulgada principalmente nos meios digitais, sob pena de multa no caso do não cumprimento. No início deste ano, o juiz Adílson Araki Ribeiro, da Nona Vara Cível do Estado de São Paulo, decidiu da mesma forma em primeira instância e ressaltou na sentença que a ação dos ativistas “transcende os limites legítimos do direito de liberdade de expressão, não se afigurando como uma simples crítica, mas, sim, verdadeira ofensa à imagem e honra da Jovem Pan por meio de afirmações depreciativas e inverídicas”. Na última quarta-feira, foi publicado o acórdão no qual o desembargador Gilson Miranda negou um recurso chamado agravo de instrumento, tentado pelos ativistas, e desqualificou o movimento do Sleeping Giants, que buscava, em uma manobra judicial, desvirtuar a decisão anterior e seguir atacando o Grupo Jovem Pan.

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Zé Trovão Afirma que Áudio Crítico a Bolsonaro foi Tirado de Contexto

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) declarou nesta terça-feira (30 de janeiro de 2024) que o áudio vazado no qual critica o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi retirado de contexto. O áudio foi divulgado pelo portal Metrópoles. Na gravação, o congressista, sem saber que estava sendo gravado, expressa que o ex-presidente é o “maior mau exemplo” para a política. À equipe do Poder360, a equipe do congressista confirmou a autenticidade da gravação. “Essa parte do áudio, para mim, está esquisita. Eu nunca disse que era mau exemplo para ninguém. Eu disse que ele cometeu erros. Não concordo com tudo o que ele fez, mas concordo com 99%. Na minha plena convicção e consciência, eu jamais diria que Bolsonaro é um mau exemplo”, afirmou o congressista.

“Mau exemplo é bandido, corrupto, criminoso. Isso ele nunca foi. Tanto que tentam a todo custo arrumar alguma forma de prendê-lo e não conseguem. Se ele cometeu erros nas falas dele, cometeu por ser verdadeiro, por ser transparente, assim como eu também sou”, continuou. O congressista explicou que estava conversando com o assessor Jackson Schubert, lotado em seu gabinete na Câmara, sobre pessoas que se apropriam da direita para vencer a eleição, mas não são identificados com esse espectro político. “Eu me lembro exatamente de uma conversa que eu tive com o Jackson [assessor]. Falei que não gosto de algumas pessoas que se vendem como de direita e não são de direita, se elegeram nas costas do presidente Bolsonaro, mas não cumprem o dever”, afirmou.

Em seu perfil no Instagram, Zé Trovão afirmou ainda que não tem que ficar “provando sua lealdade a ninguém”. Na gravação divulgada pelo Metrópoles, o deputado bolsonarista alega que Bolsonaro “entregou” a eleição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também critica o ex-chefe do Executivo por “querer resolver as coisas no grito, na guerra”. “Jackson [assessor], a vida política é isso, cara. Não resolve as coisas no grito, na guerra, não, mano. Eu não sou o Bolsonaro, velho. Que é outro mau exemplo para a política. O maior mau exemplo para política é o Bolsonaro. Entregou a Presidência da República pro Lula porque quis desse jeito”, afirmou na gravação.

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‘Temos prazo de 8 anos, mas queremos fazer em 4’, diz mauro sobre obra

Durante uma entrevista concedida ao programa TVM Notícias, de Nova Mutum, na segunda-feira (29), o governador Mauro Mendes afirmou que as obras de duplicação da BR-163 são uma prioridade para o Governo do Estado, com a intenção de concluí-las antes do prazo estipulado.

Mauro Mendes destacou: “Terminar as obras da BR-163 é uma prioridade do Governo. Nosso prazo para a duplicação é de oito anos, mas queremos fazer em quatro. É o esforço que estamos fazendo para que essa infraestrutura melhore o fluxo nessa região, preservando a vida dos mato-grossenses”.

O governador ressaltou que a duplicação não apenas garantirá a mobilidade dos moradores locais, mas também proporcionará uma logística eficiente para o transporte de produtos agroindustriais e contribuirá para a geração de empregos. Ele enfatizou a importância da obra para a qualidade de vida das pessoas que utilizam a rodovia.

Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já asfaltou mais de 3,5 mil quilômetros de rodovias no Estado, com uma meta de atingir 5,5 mil quilômetros de asfalto novo. Mauro Mendes expressou confiança na manutenção desse ritmo constante, transformando “chão que vai virar asfalto”.

Ao final da entrevista, o governador compartilhou suas perspectivas otimistas para o futuro de Mato Grosso, vendo o estado continuar crescendo, liderando a produção do agronegócio brasileiro e proporcionando riqueza e qualidade de vida para sua população trabalhadora e corajosa.

O texto também menciona que, desde que o Governo do Estado assumiu a concessão da BR-163 em maio de 2023, por meio da compra do controle acionário da Nova Rota do Oeste, a concessionária já contratou mais de R$ 1,1 bilhão em obras de infraestrutura na rodovia. Essas obras incluem a recuperação de trechos, a retomada da duplicação entre Diamantino (km 507) e Nova Mutum (km 593), a implantação de postes e viadutos, a recuperação de asfaltos antigos, e a reconstrução da drenagem de trechos da via.