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Cattani garante lei que obriga laticínios informar ao produtor o valor pago pelo leite até o dia 25 de cada mês

Em uma vitória significativa para os produtores de leite de Mato Grosso, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) em articulação com os outros parlamentares, conseguiu derrubar nesta segunda-feira (16), o veto integral do Governo do Estado ao seu projeto de lei, que obriga os laticínios informarem ao produtor o valor pago pelo produto até o dia 25 de cada mês.

O projeto de lei recebeu neste ano parecer favorável da Comissão de Agricultura e na Comissão de Constituição e Justiça, além de ter sido aprovado por unanimidade em dois turnos pelos deputados no Plenário da Assembleia Legislativa.

A proposta aprovada impõe que caso o valor não seja informado no prazo, a empresa será penalizada pagando o maior preço praticado no mercado.

O governador Mauro Mendes (União), no entanto, vetou integralmente o projeto alegando inconstitucionalidade.

Em defesa do projeto, Cattani, que é um pequeno produtor de leite, explicou aos parlamentares que os produtores no Brasil sempre sofreram por não saber qual o valor que vão receber pelo litro de leite que vendem aos laticínios.

“Se você vai comprar qualquer produtor no mercado, seja o que for, quem vende o produto diz o valor. Nós que vendemos o leite não temos este direito, então esta lei vem para sanar esta deficiência. O leiteiro recebe 20 dias depois e o que a indústria quiser pagar. Esta lei vai dar ao produtor o direito de ele saber por quantos ele está vendendo. É uma vitória para classe”, explicou Cattani.

Com a derrubada do veto, a nova lei segue para promulgação pelo Legislativo.

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Defesa de Abílio apresenta recurso para tentar reverter devolução de R$ 2,8 milhões

O prefeito eleito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), ingressou com um recurso contra a reprovação de suas contas de campanha pela Justiça Eleitoral. O recurso, um embargo de declaração com 18 páginas, foi protocolado na noite deste domingo (16) e será analisado pelo juiz Alex Nunes de Figueiredo, da 55ª Zona Eleitoral. A diplomação de Abílio, sua vice Vânia Rosa (Novo) e os 27 vereadores eleitos está marcada para a próxima quarta-feira (18), com posse prevista para 1º de janeiro.

Argumentos da defesa

A defesa, conduzida pelo escritório D’Moura & Ianhes Advogados, alega omissões na sentença, afirmando que documentos apresentados durante o processo não foram considerados. Entre os pontos levantados estão:

  • Relatórios de notas fiscais canceladas;
  • Detalhes das contratações realizadas para a campanha;
  • Relatórios de mídia e comprovantes de locação para justificar os gastos.

O principal objetivo da defesa é que a Justiça admita a documentação complementar e aprove as contas, afastando a sanção de devolução dos R$ 2,8 milhões.

Irregularidades apontadas pela Justiça

Na decisão proferida na última quinta-feira (12), o juiz Alex Nunes de Figueiredo identificou diversas falhas, incluindo:

  • Ausência de comprovação de serviços: Especialmente em relação à T2 Comunicação, Vídeo e Produções LTDA, que recebeu R$ 2,1 milhões com uma nota fiscal considerada “genérica”.
  • Gastos de campanha casados com outros partidos: Beneficiando candidatos a vereador de forma indevida, no valor de R$ 158 mil.
  • Irregularidades em serviços contratados: Incluindo ausência de comprovação de serviços de militância (R$ 39 mil) e produção publicitária (R$ 10 mil).
  • Gastos não informados no prazo correto: Somando R$ 32 mil.

Declaração de Abílio

Abílio classificou a decisão como um equívoco, destacando que toda a publicidade eleitoral de sua campanha, incluindo programas de rádio, TV e internet, foi devidamente comprovada. “Tudo está totalmente comprovado, mas o juiz interpretou que quer o dinheiro de volta da agência de publicidade”, afirmou.

O caso segue em análise e a decisão sobre o recurso pode impactar a aprovação das contas da chapa.

Política

Lula relata detalhes de cirurgia e acidente doméstico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre sua recuperação após passar por uma cirurgia para tratar uma hemorragia intracraniana, em decorrência de um acidente doméstico ocorrido no Palácio da Alvorada, em outubro. A entrevista foi concedida ao programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo (15).

Cirurgia e estado de saúde

Lula explicou que o procedimento, chamado de trepanação, envolveu a realização de furos em sua cabeça para drenar o líquido acumulado. Durante a entrevista, o presidente tirou o chapéu e exibiu os curativos na cabeça.

– Eu tenho que esperar cicatrizar o furo que eles fizeram para tirar o líquido. Um furo para tirar o líquido, outro para jogar soro e ir lavando o cérebro. Então… Está com vários curativos na cabeça – relatou.

Ele afirmou que seguirá em São Paulo até quinta-feira (19), quando realizará uma nova tomografia para avaliar sua recuperação.

O acidente doméstico

O acidente ocorreu no dia 19 de outubro, enquanto Lula estava no banheiro do Palácio da Alvorada. Ele detalhou que se desequilibrou ao guardar um estojo de unhas, caindo de costas e batendo a cabeça na hidromassagem.

– Eu estava sentado, cortando minha unha, terminei de cortar e fui guardar o estojo. Em vez de afastar o banco, afastei a bunda e acabou o banco. Eu caí de costas e bati com a cabeça na hidromassagem – relatou.

Segundo o presidente, ele ficou momentaneamente sem conseguir mover as mãos e pernas, mas, após alguns segundos, conseguiu se levantar sozinho.

Cuidados e perspectiva

Lula afirmou que está se cuidando com responsabilidade e segue as orientações médicas para uma boa recuperação.

– Os médicos me dão tranquilidade, se eu me cuidar, vou sair dessa. Vou ficar em casa, me cuidando. Tenho muita responsabilidade e disciplina – declarou.

O presidente agradeceu o apoio recebido e afirmou que pretende retomar suas atividades assim que for liberado pelos médicos.

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Parlamento sul-coreano aprova impeachment de Yoon Suk Yeol

O Parlamento da Coreia do Sul aprovou neste sábado (14) a destituição do presidente Yoon Suk Yeol, após a polêmica sobre seu decreto de lei marcial, emitido em 3 de dezembro. A moção foi aprovada por 204 votos a favor e 85 contra, suspendendo Yoon de suas funções enquanto o Tribunal Constitucional analisa o caso, o que pode levar até 180 dias. Durante este período, o primeiro-ministro Han Duck-soo assume interinamente a presidência.

Crise política e protestos

O decreto de lei marcial, o primeiro no país em mais de 40 anos, vigorou por apenas seis horas, mas gerou uma crise sem precedentes. A medida foi amplamente condenada por partidos de oposição, especialistas legais e parte da população, que alegaram que o presidente tentou minar a Constituição e ameaçar o Parlamento.

Nos últimos dias, manifestações massivas tomaram as ruas de Seul, com dezenas de milhares de pessoas exigindo a destituição e prisão de Yoon. Os protestos, marcados por cantos, danças e símbolos como barras de luz de K-pop, demonstraram o descontentamento público, enquanto grupos conservadores realizaram atos pacíficos de apoio ao presidente.

Acusações e consequências

Yoon é acusado de rebelião, abuso de poder e outras infrações, incluindo a tentativa de suspender as operações parlamentares por meio da lei marcial. Segundo a Constituição sul-coreana, um presidente só pode declarar lei marcial em casos de guerra ou emergências graves, o que não era aplicável no contexto atual.

Além do impeachment, Yoon enfrenta uma investigação por possíveis crimes de rebelião, que podem levar a prisão perpétua ou pena de morte. Ele está proibido de deixar o país enquanto o processo avança.

Reações e cenário político

Yoon rejeitou as acusações, chamando a oposição de “força antiestatal” e defendendo suas ações como legítimas. Já o líder do Partido Democrático, Lee Jae-myung, descreveu o decreto como uma “declaração de guerra contra o próprio povo”.

A destituição de Yoon também levou à prisão de altos funcionários de sua administração, incluindo o ministro da Defesa e o chefe da polícia nacional, aprofundando a crise.

Se o Tribunal Constitucional confirmar a remoção, o país realizará uma nova eleição presidencial em até 60 dias, marcando um momento crucial para a estabilidade política da Coreia do Sul.

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Polícia Federal prende Braga Netto, vice de Bolsonaro em 2022

O general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, foi preso pela Polícia Federal (PF) neste sábado (14) em Copacabana, no Rio de Janeiro. Ele será mantido sob custódia do Comando Militar do Leste, em conformidade com protocolos aplicados a militares da reserva.

Contexto da prisão

A detenção ocorreu como parte de uma operação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do inquérito que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Braga Netto é um dos 37 indiciados na investigação, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros aliados do governo anterior.

A ação da PF envolveu:

  • 1 mandado de prisão preventiva;
  • 2 mandados de busca e apreensão;
  • 1 medida cautelar diversa da prisão, aplicada a outro investigado.

Segundo a PF, as medidas visam prevenir interferências na coleta de provas e garantir a integridade do processo investigativo.

Defesa de Braga Netto

O general nega as acusações e divulgou nota afirmando:

“Nunca se tratou de golpe e muito menos de plano de assassinar alguém. Sempre primei pela correção ética e moral na busca de soluções legais e constitucionais.”

Braga Netto já havia sido indiciado pela suspeita de envolvimento em reuniões e articulações voltadas a questionar o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse de Lula.

Desdobramentos

Com a prisão de Braga Netto, cresce a pressão sobre outros investigados no caso, incluindo figuras de destaque no entorno de Bolsonaro. A custódia do general pelo Exército mantém uma relação institucional delicada entre as Forças Armadas e o Poder Judiciário, enquanto o STF e a PF intensificam ações no inquérito sobre a tentativa de subverter o processo democrático.

Política

Bancada de Mato Grosso vota unida a favor da castração química para pedófilos

A bancada federal de Mato Grosso votou favoravelmente ao Projeto de Lei 3976/2020, que determina a castração química para pessoas condenadas por pedofilia após o trânsito em julgado. A medida foi aprovada na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (12), por 267 votos a 85, e agora segue para apreciação no Senado.

Entre os deputados mato-grossenses que votaram a favor estão Coronel Assis (União Brasil), Coronel Fernanda (PL), Emanuelzinho (MDB), Gisela Simona (União Brasil), José Medeiros (PL) e Juarez Costa (MDB). Os parlamentares Abílio Brunini e Nelson Barbudo, ambos do PL, estavam ausentes.

O que o projeto prevê

O PL 3976/2020 inclui a castração química como penalidade adicional aos condenados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes. A medida consiste na aplicação de medicamentos que reduzem os níveis de libido, sendo realizada sob supervisão médica e regulamentada pelo Ministério da Saúde.

Além disso, o projeto determina a criação de um Cadastro Nacional de Pedófilos, com informações e fotografias dos condenados, para ampliar a vigilância e impedir a reincidência desses crimes. A proposta inicial, apresentada por Ricardo Salles (Novo-SP), não previa a castração química, que foi incluída por meio de emenda durante as discussões.

Reações dos deputados

A deputada Gisela Simona celebrou a aprovação do projeto como um marco na luta contra crimes sexuais:

“A castração química é uma medida importante, mesmo que não suficiente para erradicar o problema. É um passo significativo para proteger nossas crianças.”

O deputado Emanuelzinho, vice-líder do governo Lula (PT), destacou o caráter paliativo da medida:

“Embora não resolva o problema por completo, a votação representa um avanço. É necessário implementar políticas públicas mais amplas para proteger as vítimas e prevenir esses crimes.”

Nas redes sociais, Nelson Barbudo enfatizou a importância da aprovação:

“Já passou da hora de essas pessoas serem impedidas de ferir nossas crianças novamente. Essa medida é crucial para a segurança de nossas famílias.”

Contexto e implicações

A castração química é amplamente utilizada em diversos países como medida complementar para reduzir impulsos sexuais em indivíduos diagnosticados com transtornos comportamentais. A aprovação deste projeto faz parte de um pacote de segurança pública e reflete a crescente preocupação com a proteção de crianças e adolescentes no Brasil.

Se sancionada, a lei exigirá a supervisão de profissionais de saúde para garantir que a medida seja aplicada de maneira ética e segura, levando em conta contraindicações médicas.

Política

Lula deve deixar UTI após recuperação considerada “bem-sucedida”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está previsto para deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta sexta-feira (13), após passar por uma cirurgia na madrugada de terça-feira e um novo procedimento na quarta-feira. Internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, Lula segue em recuperação, com previsão de retorno a Brasília no início da próxima semana.

Estado de Saúde

Segundo o boletim médico mais recente, Lula permanece lúcido, orientado, conversando normalmente e alimentando-se bem. Na quinta-feira, o presidente foi submetido a uma embolização da artéria meníngea média, técnica que bloqueia o fluxo sanguíneo para prevenir novos sangramentos. Após a retirada de um dreno intracraniano na noite de quinta-feira, os médicos indicaram que ele está apto a sair da UTI hoje.

O cardiologista Roberto Kalil Filho, responsável pelo acompanhamento, destacou que o processo de recuperação tem sido um “sucesso”. Ele recomendou, no entanto, que Lula evite situações de estresse durante o período de convalescença.

Entenda o Caso

Lula sofreu um acidente doméstico no dia 19 de outubro, batendo a cabeça após uma queda. A colisão causou fortes dores, e exames revelaram um hematoma intracraniano. Após uma ressonância magnética, foi realizada uma cirurgia de drenagem para tratar a hemorragia.

Próximos Passos

O presidente deve permanecer em observação no Hospital Sírio-Libanês até segunda ou terça-feira, sendo acompanhado por uma equipe multidisciplinar liderada por Kalil e a infectologista Ana Helena Germoglio. O retorno às atividades em Brasília dependerá da avaliação médica, mas a equipe indica um progresso contínuo e otimista.

Política

Projeto de Cattani autoriza mulheres de MT a usarem arma de choque e spray de pimenta para autodefesa

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) apresentou nesta quarta-feira (11) um projeto de lei que cria um programa de defesa pessoal e autoproteção às mulheres mato-grossenses, permitindo a elas o acesso a dispositivos para se proteger, como arma de choque e spray de pimenta.

O objetivo, de acordo com o texto, é capacitar mulheres mato-grossenses, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade ou que tenham sido vítimas de violência doméstica para que tenham acesso seguro a instrumentos não letais para legitima defesa como arma de choque e spray de pimenta.

A proposta também prevê que o Poder Executivo promova ações de orientação e treinamento com aulas, palestras, seminários de autodefesa para as mulheres a partir dos 18 anos residentes no Estado.

Ainda conforme o projeto, as mulheres poderão adquirir as armas não letais somente após serem aprovadas no curso de capacitação sobre uso responsável, apresentarem laudo psicológico atestando aptidão e não ter antecedentes criminais.

“A implementação do Programa Estadual de Promoção da Defesa Pessoal e da Autoproteção Responsáveis para as Mulheres no Estado de Mato Grosso surge como uma medida necessária e urgente. Ao capacitar mulheres para a defesa pessoal e facilitar o acesso a instrumentos não letais de legítima defesa, o programa busca reduzir os índices de violência e promover a autonomia e segurança das mulheres no estado”, disse Cattani.

Política

Deputado Gilberto Cattani é Homenageado pelo CIOSP em Reconhecimento à Parceria

O Deputado Gilberto Cattani (PL) recebeu, nesta segunda Feira (9), uma homenagem especial em seu gabinete, reconhecendo sua importante contribuição para o fortalecimento da segurança pública no Estado. A homenagem foi realizada pelo CIOSP (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), em parceria com os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) e a Federação dos Consegs (FECONSEG), destacando o trabalho conjunto que resultou em melhorias na infraestrutura de segurança pública, com a destinação de recursos para a instalação de câmeras de videomonitoramento do programa “Vigia Mais MT”.


Durante a cerimônia, o Deputado foi agraciado com uma placa de reconhecimento, entregue pelo Delegado de Polícia Dr. Claudio Santana e pelo Subtenente Leandro, do Corpo de Bombeiros. Ambos destacaram a importância da parceria entre o legislativo, as forças de segurança e as comunidades locais para a construção de um ambiente mais seguro para a população. “Este reconhecimento é uma demonstração do compromisso que o Deputado tem com a segurança pública e com a integração das instituições em prol de um Mato Grosso mais seguro”, afirmou o Delegado Santana.


Na ocasião, o Deputado também foi agraciado com uma Moeda Honorífica da Polícia Judiciária Civil, uma das maiores honrarias concedidas pela instituição, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à segurança pública do Estado. A medalha foi entregue pelo Delegado Geral da Polícia Judiciária Civil, que ressaltou a importância do trabalho do Deputado na destinação de recursos e apoio constante às iniciativas voltadas à segurança.


O programa “Vigia Mais MT”, que visa a instalação de câmeras de videomonitoramento em pontos estratégicos de diversas regiões do Estado, é uma das principais ações que têm beneficiado comunidades e aumentado a sensação de segurança entre a população. O Deputado tem se mostrado um grande defensor da causa, destinando recursos e articulando parcerias com diversas instituições para fortalecer o sistema de segurança pública de Mato Grosso.


Ao receber as honrarias, o Deputado agradeceu a confiança e reafirmou seu compromisso com a segurança pública, destacando que continuará trabalhando para viabilizar recursos e fortalecer as políticas de segurança no Estado. “Esta homenagem é resultado de um trabalho conjunto, e me sinto honrado em poder contribuir para a segurança e o bem-estar da nossa sociedade. Vamos continuar juntos, em parceria com as instituições, fazendo de Mato Grosso um estado cada vez mais seguro para todos”, afirmou.
A cerimônia foi marcada por um clima de reconhecimento e colaboração, com a presença de autoridades e representantes de diversas instituições de segurança pública e comunidade, reafirmando a importância da união de esforços em prol de um Mato Grosso mais seguro.

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Câmara de Cuiabá pode cassar terceiro vereador em uma única legislatura

A Câmara Municipal de Cuiabá poderá realizar, nesta quinta-feira (12), a cassação do mandato do vereador Paulo Henrique (MDB), acusado de quebra de decoro parlamentar. Caso a medida seja aprovada, ele será o terceiro parlamentar cassado nesta legislatura.

Acusações contra Paulo Henrique

O vereador é investigado por ligações com a facção criminosa Comando Vermelho, segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). Paulo Henrique foi preso às vésperas das eleições deste ano, quando tentava a reeleição.

De acordo com o MPMT, ele é réu por participar de um esquema que facilitava a liberação de alvarás para shows em casas noturnas de Cuiabá, utilizado como meio para lavar dinheiro da facção criminosa.

Votação marcada

O presidente da Câmara, Chico 2000 (PL), agendou uma sessão extraordinária para votar o parecer da Comissão de Ética, que recomendou a cassação do vereador.

Se a cassação for aprovada, será a terceira durante esta legislatura, evidenciando um período turbulento na política municipal de Cuiabá.