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Prefeitura de Cuiabá vai doar 120 caixas d’água para famílias de baixa renda

O prefeito Abilio Brunini assinou na noite de quinta-feira (25) um termo de cooperação com a Águas Cuiabá que permitirá a famílias de baixa renda receber caixas d’água com capacidade mínima de 500 litros.

A concessionária fará a doação gratuita das caixas d’água. A distribuição, que será realizada nos próximos 30 dias, ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Assistência Social.

A Coordenadoria de Proteção Social Básica fará a entrega às famílias de baixa renda dos bairros Jonas Pinheiro, Novo Paraíso II, Jardim Umuarama II e Dr. Fábio Leite II. Também serão contempladas 20 famílias indígenas venezuelanas da etnia Warao.

“Uma ação simples que faz a diferença para muitas famílias. Estamos trabalhando para garantir direitos na assistência social”, afirmou o prefeito Abilio Brunini.

Presente na solenidade, a primeira-dama Samantha Iris enalteceu a iniciativa voltada às famílias de baixa renda. “São famílias que não dispõem de recursos no orçamento para comprar um item básico e essencial. É uma política que fortalece a dignidade humana”.

A secretária municipal de Assistência Social, Hélida Vilela, explicou que já existe um cronograma para a distribuição dos materiais. “Mapeamos os mais necessitados e vamos agilizar essa ação pela sua importância social”.

O diretor da Águas Cuiabá, Leonardo Menna, destacou que o projeto de doação das caixas d’água foi sugerido pelo município e prontamente atendido. “Pela importância social, rapidamente nos colocamos à disposição”.

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ALMT derruba veto de Mendes e mantém queijo na cesta básica estadual

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) derrubou nesta quarta-feira (17) o veto do governador Mauro Mendes (União) e confirmou a inclusão do queijo como item essencial na cesta básica estadual, uma bandeira do deputado estadual Gilberto Cattani (PL).

O projeto de lei, de autoria de Cattani, havia sido aprovado em dois turnos e prevê que cada cesta básica contenha, no mínimo, uma peça de queijo feita com 100% de leite natural, proibindo produtos análogos aos lácteos. Segundo o parlamentar, a medida visa melhorar a alimentação dos mato-grossenses e valorizar os produtores de derivados do leite.

Embora o projeto tenha recebido parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça, ele foi aprovado por unanimidade no plenário da ALMT. “É um projeto muito importante para os nossos produtores de leite e para a alimentação do povo mato-grossense”, destacou Cattani.

O governador Mauro Mendes havia vetado integralmente a proposta, alegando inconstitucionalidade. Com a derrubada do veto, o queijo passa a integrar oficialmente a cesta básica estadual, garantindo a valorização da produção local e o acesso a alimentos mais nutritivos para a população.

Política

’Lideranças partidárias’ derrubam proposta de Cattani que proibia posse de condenados por ‘rachadinha’ na ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) assistiu na semana passada, ao naufrágio de um projeto que buscava endurecer os critérios de moralidade e ética para o exercício do mandato de deputado estadual. A proposta, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), visava impedir a posse de parlamentares condenados por envolvimento em esquema de “rachadinha”, prática criminosa em que agentes públicos se apropriam indevidamente de parte dos salários de assessores.

O projeto de Cattani, protocolado em junho, já havia sido aprovado em primeiro turno e pretendia alterar a Resolução nº 679/2006, que institui o Código de Ética da ALMT, incluindo dispositivos que proibiriam a posse de deputados condenados por peculato-desvio. A proposta tramitava em caráter de urgência e, segundo o parlamentar, tinha como objetivo fortalecer a ética e a moralidade na casa de leis.

No entanto, um substitutivo apresentado por lideranças partidárias no mês de julho, modificou profundamente o projeto original, restringindo sua aplicação. Pela nova redação, apenas deputados condenados por peculato-desvio que tivessem enriquecido ilicitamente ou causado grave prejuízo ao erário ficariam impedidos de assumir o mandato. Na prática, isso inviabilizou a proposta de Cattani, que alertava que o novo texto tornava o projeto “inoperante”.

“Como ninguém quer a minha proposta nesta Casa, eu vou retirar o projeto, que vai para arquivo”, declarou Cattani. O deputado reforçou que a iniciativa apresentada por lideranças partidárias descaracterizou totalmente o objetivo original, mas que, formalmente, a responsabilidade não recairá sobre ninguém, já que o substitutivo, em tese, foi protocolado por consenso entre os partidos.

A situação evidencia a dificuldade de aprovar medidas de combate à corrupção interna na ALMT, mesmo diante de casos amplamente divulgados, e deixa em aberto a discussão sobre a ética e a moralidade na política estadual.

Política

Coronel Fernanda destaca atuação da CPMI do INSS e alerta para risco de “narcoestado” no Brasil

A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) foi a convidada desta quarta-feira (3) do programa Pânico, da Jovem Pan, comandado por Emílio Surita. Ao lado do deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos-SP), a parlamentar falou sobre a atuação da CPMI do INSS, criticou o governo federal e comentou sua recente discussão com a senadora Leila Barros (PDT-DF).

Integrante da comissão parlamentar mista, Fernanda afirmou que os trabalhos estão sendo conduzidos com seriedade para responsabilizar os culpados por fraudes que lesaram milhões de aposentados e pensionistas.
“O que nós não queremos nessa CPI é que ela termine em pizza como muitas terminaram. Vamos chegar a um veredito e levar os culpados à cadeia”, destacou.

A deputada criticou ainda a postura do governo federal, que, segundo ela, tenta minimizar os prejuízos sofridos pelos idosos:
“O governo federal começou a pagar de forma meia-boca, menos da metade do que foi tomado dos velhinhos, e ainda constrange os prejudicados a assinar um termo para não buscar a Justiça”, disse.

Sobre o episódio em que discutiu com a senadora Leila Barros, a parlamentar foi enfática:
“Ela me ameaçou, mas medo de você eu não tenho”, relatou, explicando que a confusão ocorreu durante a votação de pedidos de prisão preventiva de investigados na comissão.

Na parte final da entrevista, Coronel Fernanda avaliou que o Brasil já vive em um “narcoestado”, criticando leis que, em sua visão, favorecem criminosos e dificultam a atuação policial.
“Hoje, o cidadão de bem está mais preso do que o preso mesmo”, afirmou, defendendo mais investimentos em segurança pública e endurecimento das penas.

Apesar das críticas, a deputada manteve um tom otimista em relação ao futuro:
“Nós vamos para 2026 colocar a direita para governar e dar esperança ao povo brasileiro”, concluiu, reforçando sua lealdade ao ex-presidente Jair Bolsonaro e destacando o orgulho de representar o Estado de Mato Grosso.

Assista na integra…

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Cattani cria Comissão Especial de Defesa da Mulher com foco no combate ao feminicídio em MT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou nesta quarta-feira (3) a criação da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Mulher. A proposta, apresentada pelo deputado estadual Gilberto Cattani (PL), tem objetivo analisar de debater e propor medidas de proteção, valorização e defesa das mulheres no estado, com foco na redução dos casos de feminicídio.

O parlamentar justificou a necessidade da comissão diante dos índices alarmantes de violência contra às mulheres em Mato Grosso. Em 2023, o estado registrou 46 feminicídios, a maior taxa do país, com 2,5 casos por 100 mil mulheres. Em 2024, foram 47 mortes confirmadas e, em 2025, até agosto, já são 36 registros, um aumento de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com o requerimento aprovado, a Comissão Especial deverá atuar de forma emergencial e dedicada, realizando mapeamento detalhado dos feminicídios, promovendo a mobilização de órgãos públicos e sociedade civil, formulando políticas públicas preventivas e propondo protocolos mais ágeis para medidas protetivas e acolhimento das vítimas.

“Esses números não são apenas estatísticas. Cada caso representa uma vida ceifada. O feminicídio é um crime anunciável e precisamos agir com urgência”, destacou Cattani, que em 2024 perdeu a sua filha, a produtora de queijos Raquel Cattani, vítima de feminicídio.

Apesar de já existir na casa de leis uma Comissão Permanente de Direitos Humanos e Defesa da Mulher, a nova estrutura terá caráter temporário e exclusivo para enfrentar a escalada da violência.

Ao final de seus trabalhos, a comissão deverá apresentar um relatório com recomendações e projetos de lei voltados ao enfrentamento do feminicídio em Mato Grosso.

Política

Cattani dispara contra o PL após exclusão de aliado em lista de pré-candidatos a deputado federal

Cattani afirmou que recebeu com indignação a notícia e acusou a cúpula do partido de descumprir um compromisso

Em entrevista exclusiva à Folha do Estado, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) não poupou críticas ao próprio partido após a divulgação da lista de pré-candidatos a deputado federal pelo PL em Mato Grosso para as eleições de 2026. O parlamentar demonstrou forte descontentamento com a exclusão do nome do professor Haroldo Arruda, aliado político que, segundo ele, havia recebido garantias da direção partidária para integrar a disputa.

A relação divulgada pelo PL/MT traz os seguintes nomes: Rafael Ranalli, Nelson Barbudo, Rúbia Fernanda, Coronel Joanildo Assis, Gislaine Yamashita, Rodrigo da Zaeli, Thiago Boava, Luiza Böer e Rosana Martinelli.

Cattani afirmou que recebeu com indignação a notícia e acusou a cúpula do partido de descumprir um compromisso assumido publicamente.

“Fiquei muito chateado com a lista, porque nós tínhamos solicitado que incluísse o nome do professor Haroldo. No evento do PL, o próprio Eduardo Ananias garantiu que ele seria o nosso pré-candidato e que a definição viria por meio de pesquisa. Isso não foi cumprido. Me sinto enganado”, disparou.

O parlamentar também fez duras críticas à sua própria condição dentro do PL:

“Apesar de ser deputado estadual, eu não tenho voz ativa dentro do partido. Não sou ouvido, não sou nem vogal na executiva estadual. Está claro que sou baixíssimo clero dentro do PL. Eu posso até ser uma liderança do bolsonarismo em Mato Grosso, mas para o partido sou insignificante”, afirmou.

Cattani lamentou a ausência de Haroldo Arruda, a quem descreveu como nome forte na capital e fiel representante dos valores defendidos pelo grupo bolsonarista.

“O professor Haroldo é muito conhecido e querido em Cuiabá. O pai dele já foi deputado estadual por dois mandatos. Ele representa de fato os nossos valores. Tenho certeza que sairia praticamente eleito da capital. A exclusão dele é um erro grave do partido”, criticou.

Para o deputado, a decisão final mostra que a palavra do presidente estadual do PL, Ananias Filho, perdeu valor.

“Se essa exclusão se mantiver, é a prova de que o acordo não foi cumprido. Disseram que haveria pesquisa para definir os nomes, mas isso não aconteceu. Infelizmente, fica evidente que a direção do partido não cumpre o que promete”, concluiu.

Por: Estadão

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Câmara de Mutum aprova mudança de nome de avenida e homenageia Raquel Cattani

A Câmara Municipal de Nova Mutum aprovou por unanimidade, na noite desta segunda-feira (1), um projeto de lei que altera o nome da Avenida Brasil, no distrito de Pontal do Marape, para Avenida Raquel Maziero Cattani. A homenagem reconhece a trajetória da produtora rural, filha do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que conquistou prêmios internacionais com seus queijos artesanais e que foi vítima de feminicídio em 2024.

O projeto, de autoria dos vereadores Ricardo Schneider (PL) e Rafael Brignoni (PL), foi apresentado no último dia 28 e passou pela análise das Comissões de Justiça e Redação e de Mobilidade Urbana, Comércio, Indústria e Inovações Tecnológicas. Após os pareceres favoráveis, seguiu para votação em plenário, onde recebeu aprovação unânime.

A iniciativa, segundo os autores, teve o objetivo homenagear Raquel Cattani, produtora rural do Pontal do Marape que ganhou destaque internacional por seus queijos artesanais, premiados em competições de renome mundial, fato que projetou o nome do município e do estado no cenário gastronômico.

A homenagem também carrega um tom de memória e justiça. Em 2024, Raquel Cattani foi vítima de feminicídio, crime que chocou Nova Mutum, Mato Grosso e gerou ampla comoção em todo país. A mudança do nome da avenida busca preservar sua história, resgatando não apenas seu talento e empreendedorismo, mas também a luta contra a violência à mulher.

“Conhecia pessoalmente a Raquel e ela era adorada naquela região. Esta homenagem ajuda a reparar um pouquinho o que houve com ela e trazer para seus amigos e familiares um acalento em toda vez que passarem lá”, disse o vereador Rafael Brignoni.

O projeto aprovado segue agora para sanção do Executivo Municipal, responsável por regulamentar a alteração e oficializar o novo nome da via.

Produtora rural de Nova Mutum, Raquel Maziero Cattani conquistou prêmios nacionais e internacionais com seus queijos artesanais, levando o nome do município e de Mato Grosso ao cenário gastronômico mundial. A sua trajetória foi interrompida em 2024, quando foi vítima de feminicídio. A mudança do nome da avenida é uma forma de manter vivo seu legado.

CidadesPolítica

Coronel Francyanne Lacerda é nomeada Secretaria de Mobilidade Urbana

A coronel da Polícia Militar, Francyanne Siqueira Chaves Lacerda, foi nomeada para exercer interinamente a titularidade da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

O ato de nomeação do prefeito Abilio Brunini foi publicado na terça-feira (26) em edição suplementar da Gazeta Municipal. 

Com isso, a coronel Francyanne Lacerda vai acumular a Secretaria Municipal de Segurança Pública com a titularidade da Mobilidade Urbana. 

Com perfil técnico, a coronel Francyanne Lacerda já atuou na subchefia operacional do Gabinete de Segurança Institucional do Ministério Público de Mato Grosso e já foi corregedora-geral e comandante-geral adjunta da Polícia Militar. 

CidadesPolítica

Corpo de Bombeiros controla fogo em veículo no centro da cidade

A ação rápida impediu que as chamas atingissem casa e imóveis vizinhos; ninguém ficou ferido

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, nesta segunda-feira (25.8), um incêndio em um veículo no bairro central da cidade de Campo Verde (a 131 km de Cuiabá). Não houve vítimas.

Ao chegarem ao local, a equipe da 11ª Companhia Independente de Bombeiros Militares (CIBM) encontrou o automóvel estacionado no quintal de uma residência em área aberta, completamente tomado pelas chamas.

Foi montada uma linha de combate para controlar o fogo, impedindo que as chamas se alastrassem para outras áreas do quintal e colocassem em risco a residência e imóveis vizinhos.

Após a extinção completa do incêndio, os bombeiros realizaram o rescaldo, eliminando focos remanescentes e garantindo a segurança do local.

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ALMT aprova moção de repúdio à reitora da UFMT por apoio ao MST

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou nesta quarta-feira (20) uma moção de repúdio contra a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Marluce Souza, após manifestação pública em defesa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A iniciativa partiu do deputado estadual Gilberto Cattani (PL) e foi aprovada pelo plenário.

A medida ocorre após a realização, na semana passada, de um evento de três dias do MST dentro da UFMT, em Cuiabá. O espaço acadêmico foi utilizado para atos de militância política, com a presença de bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT), além de símbolos exaltando os regimes de Cuba, Venezuela e manifestações em defesa da Palestina.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a reitora afirmou que o MST é um movimento “justo de distribuição de terra” e que a universidade “estará sempre aberta para esses trabalhadores”. A fala, segundo Cattani, parece uma tentativa de colocar a instituição pública de ensino superior a serviço de um movimento político e ideológico.

Na moção aprovada, Cattani ainda argumenta que a UFMT deve manter sua função institucional voltada ao ensino, à pesquisa e à extensão, sem se transformar em palco para atividades de caráter partidário. O documento também ressalta que o MST é conhecido nacionalmente por invasões de propriedades privadas e que atos como estes colocam em risco a ordem no campo.

“Não se trata de liberdade de expressão pessoal, mas de evitar que uma instituição pública seja usada para promover grupos políticos e ideológicos”, destacou o deputado Gilberto Cattani.

Com a aprovação, a Assembleia Legislativa registra oficialmente sua posição contrária à manifestação da reitora e cobra que a UFMT preserve sua neutralidade institucional.

Somente os deputados Ludio Cabral e a suplente em exercício Edna Sampaio, ambos do PT, votaram contra a moção de repúdio.